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SÃO PAULO – O microsseguro – adaptação de apólices com baixo custo que garante o acesso de consumidores de baixa renda – deve inserir no mercado cem milhões de pessoas. A previsão é da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que discute com o setor formas de garantir produtos específicos para essa carteira.
De acordo com o titular da entidade, Armando Vergílio dos Santos Junior, atingindo esses clientes em potencial, o mercado de seguros deve dobrar e atingir a proporção de 6% do PIB (Produto Iterno Bruto) do País. “Essa é uma das molas propulsoras do mercado de seguros”, disse.
Necessidade dos clientes
Conforme Virgílio, ainda é necessário realizar pesquisas de campo para apurar as reais necessidades de cobertura da população carente – papel que deve ser cumprido pela Funenseg (Escola Nacional de Seguros).
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Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Produtos desse tipo já estão disponíveis no Brasil. Na média, uma apólice de R$ 6, por exemplo, garante seguro de vida ou de invalidez permanente no valor de R$ 30 mil.
A Porto Seguro foi a primeira empresa a trazer o produto ao Brasil, em 2002, e algumas das proteções oferecidas podem ser encontradas a partir de R$ 2 mensais.