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SÃO PAULO – Você já participou de um bazar de trocas? Se a resposta foi negativa, saiba que ele é uma alternativa para quem quer estar na moda, sem afetar o bolso. Ao menos, esta é a dica da pesquisadora do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Adriana Charoux.
De acordo com ela, o objetivo de um bazar de trocas é colocar em prática o conceito dos 4R’s do consumo responsável: reduzir, reutilizar, reaproveitar e reciclar.
Como funciona?
A forma mais simples de organizar este tipo de bazar é reunir um grupo de amigos para realizar a troca de roupas, calçados, CDs, livros, entre outros, que estejam em bom estado, mas que não são mais úteis ao dono do objeto.
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No caso de itens de vestuário, por exemplo, é interessante que os participantes tenham o mesmo tipo físico para facilitar na hora de escolher as roupas. Para escolher o que levar, a pesquisadora ressalta que é preciso bom senso.
“O bazar de trocas não é um tipo de doação, ou seja, não são roupas velhas e rasgadas que serão trocadas”, alerta Adriana.
Cuidados
Para que o bazar de trocas seja bem-sucedido, a pesquisadora sugere que o evento tenha araras para pendurar peças, mesas para expor os acessórios e que tudo esteja separado por categorias, como roupas das mesmas cores e tamanhos.
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Além disso, é importante definir o valor de cada objeto, ou seja, se uma calça poderá ser trocada por uma blusa, ou apenas por outra calça, por exemplo.
“Cada um pratica a “arte do desapego”. Com isso, as pessoas podem testar um novo estilo e ainda se divertir com os amigos”, finaliza Adriana.