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Vale (VALE3) conclui venda de ativos para J&F, Petrobras (PETR4) recompra títulos globais e mais notícias

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta segunda-feira (18)

Por  Felipe Moreira

O noticiário corporativo desta segunda-feira (18) destaca que a Petrobras (PETR4;PETR3) que concluiu a recompra de US$ 791 milhões em títulos globais. Além disso, a estatal aprovou seu primeiro programa de recompra de debêntures.

Enquanto a Vale (VALE3) concluiu venda de ativos para J&F, holding controladora da JBS (JBSS3).

A Rumo (RAIL3) vendeu 80% da sua participação acionária na sua controlada Elevações Portuárias (EPSA) à CLI.

Klabin (KLBN11), por sua vez, emitiu R$ 2,5 bilhões em debêntures com taxa de IPCA + 6,77% ao ano.

Confira mais destaques:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras (PETR3; PETR4) concluiu na sexta-feira (15) a oferta de recompra de títulos globais feita por sua subsidiária integral Petrobras Global Finance (PGF). O montante total pago foi de US$ 790,8 milhões, considerando os preços ofertados pela companhia e excluindo os juros capitalizados até a data de liquidação.

A estatal também aprovou seu primeiro programa de recompra de debêntures. A empresa poderá recomprar até o volume total das debêntures das 5ª, 6ª e 7ª emissões.

Segundo comunicado, o valor de recompra será de, no máximo, o valor nominal atualizado de cada série. O programa de recompra terá duração de um ano.

Vale (VALE3)

A Vale (VALE3) concluiu a venda de seus ativos do Sistema Centro Oeste para a J&F Mineração Ltda., controlada da J&F Investimentos, com o recebimento de US$ 150 milhões. Segundo a empresa, esta transação reforça a estratégia da Vale de simplificação de portfólio, com foco nos principais negócios e oportunidades de crescimento, e pautados pela alocação de capital disciplinada.

Klabin (KLBN11)

A Klabin (KLNB11) informou o encerramento da 14ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor principal total de R$ 2,5 bilhões, com taxa correspondente a IPCA + 6,7694% ao ano e prazo de 12 anos.

De acordo com a companhia, as debêntures foram objeto de colocação privada, subscritas integralmente por companhia securitizadora e vinculadas a certificados de recebíveis do agronegócio (CRA).

EZ Tec (EZTC3)

A EZ Tec (EZTC3) registrou valor geral de vendas (VGV) de R$ 414 milhões no segundo trimestre de 2022. No acumulado do ano, o VGV da construtora foi de R$ 903,8 milhões, conforme prévia operacional divulgada.

Rumo (RAIL3)

A Rumo (RAIL3) informou que celebrou, na última sexta-feira (15), contrato por meio do qual obrigou-se a alienar 80% da sua participação acionária na sua controlada Elevações Portuárias (EPSA), que opera e controla os terminais T16 e T19 no Porto de Santos (SP), à Corredor Logistica e Infraestrutura (CLI), em linha com a estratégia de formação de parcerias de longo prazo e de foco na logística ferroviária e na execução dos projetos estratégicos de expansão.

O preço a ser pago pela CLI à Rumo será de R$ 1,4 bilhão.

Ser Educacional (SEER3)

O grupo Ser Educacional (SEER3) aprovou a realização de sua terceira emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, com prazo de vencimento de cinco anos, no montante de R$ 200.000.000,00 para distribuição pública em oferta restrita, voltada somente para investidores profissionais

Ecorodovias (ECOR3)

A Ecorodovias (ECOR3) anunciou que a controlada direta da ECS, também conhecida como ECO101 protocolou junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), declaração formal quanto à intenção de adesão ao processo de relicitação, que compreende a extinção amigável do Contrato de Concessão e a celebração de um Termo Aditivo ao Contrato de Concessão com novas condições contratuais até a nova licitação da rodovia BR-101/ES/BA.

A ECO101 reitera que pretende que todos os serviços continuarão a ser prestados normalmente, de forma a preservar o interesse e a segurança dos usuários da rodovia.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

A Eletrobras (ELET3;ELET6) anunciou nesta sexta-feira o pagamento de R$ 5,26 bilhões por suas subsidiárias à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), no âmbito do processo de desestatização da companhia.

O maior valor foi pago pela Chesf, de R$ 1,98 bilhão, seguido por R$ 1,75 bilhão pela Eletronorte, enquanto Furnas registrou pagamento de R$ 1,528 bilhão. A Eletrobras foi privatizada no mês passado.

Já a agência de classificação de risco Moody’s reafirmou o rating corporativo (CFR) da Eletrobras em Ba2, bem como a avaliação de crédito básica (BCA) da empresa, conforme comunicado divulgado nesta sexta-feira.

A ação de rating foi impulsionada por fatores de governança e a perspectiva permanece estável. A Moody’s disse que os ratings da Eletrobras refletem a conclusão do processo de privatização em linha com a expectativa da agência, acrescentando que os recursos da oferta de ações não foram retidos na empresa e, portanto, não reduziram a alavancagem.

“No entanto, esperamos que o perfil de crédito da Eletrobras se beneficie gradualmente da privatização impulsionada pela transformação de aproximadamente 40% de seus negócios de geração a preços de mercado combinados com uma exposição reduzida ao projeto de energia nuclear Angra 3”, disse a Moody’s, em nota.

(com Reuters)

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