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13h33: Gol decola de novo
A ação da Gol (GOLL4, R$ 13,97, +4,25%) parece ignorar a perda financeira de R$ 75,9 milhões por conta dos problemas enfrentados na Venezuela e seguem em trajetória de forte alta, acumulando neste mês ganhos de quase 28%.
Segundo fato relevante divulgado na noite anterior, a companhia aérea reconhecerá em seus resultados do primeiro trimestre uma despesa financeira R$ 75,9 milhões, devido a mudanças do câmbio na Venezuela. O caixa da companhia aérea mantido naquele país totalizava R$ 350,3 milhões ao final de março, disse a Gol em comunicado, acrescentando que planeja repatriar o saldo remanescente de caixa. O governo venezuelano anunciou novas taxas de câmbio aplicáveis a certas indústrias, inclusive a aérea, neste ano.
No entanto, os papéis da companhia seguem em alta por conta das boas notícias referentes à demanda de voos domésticos no Brasil, que impulsionaram os resultados operacionais da Gol no 1º trimestre.
13h22: estatais em alta
As ações das estatais parecem engatar um novo rali de alta após mais uma pesquisa eleitoral mostrar não só queda nas intenções de voto da atual presidente Dilma Rousseff, como também um aumento nas intenções para o adversário Aécio Neves, do PSBD. Segundo pesquisa CNT/DNA, as intenções de voto para Dilma caíram de 43,7% para 37,0%, enquanto que o candidato do PSDB subiu de 17% para 21,6% em relação à pesquisa de fevereiro. Com isso, a diferença entre um e outro caiu de 26,7 para 15,4 pontos percentuais.
Reagem positivamente à notícia as ações da Petrobras (PETR3, R$ 16,00, +2,24%; PETR4, R$ 16,99, +2,60%), Eletrobras (ELET3, R$ 7,98, +3,36%; ELET6, R$ 12,64, +3,35%) e Banco do Brasil (BBAS3, R$ 24,02, +2,43%). As companhias estatais têm respondido com valorização na Bolsa a cada queda nas pesquisas da atual presidente pelo fato dos investidores estarem descontentes com algumas medidas adotadas pelo governo para determinados setores e empresas brasileiras.
10h23: Oi em queda
As ações da Oi (OIBR3, R$ 2,22, -11,90%; OIBR4, R$ 2,18, -8,02%) afundam novamente na Bovespa, repercutindo o resultado da precificação de sua oferta de ações. Segundo informações divulgadas na CVM, a oferta foi precificada em R$ 2,17 por ação ON (OIBR3) e R$ 2,00 por ação PN (OIBR4) – resultado no piso das estimativas do mercado. Ao todo, foram vendidas 7,29 bilhões de ações, sendo 2,43 bilhões de ações ordinárias e 4,86 bilhões de ações preferenciais, totalizando um aumento de capital de mais de R$ 14 bilhões.
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Como as ações da companhia de telecomunicações estão bem acima dos valores ofertados, podemos ver um ajuste para baixo nas cotações no pregão desta terça-feira – na véspera, OIBR3 e OIBR4 fecharam valendo R$ 2,52 e R$ 2,37, respectivamente. Importante notar que ambas já caíram mais de 30% em 2014.
10h20: Santander Brasil dispara 20%
Os units do Santander Brasil (SANB11) abriram com alta de 20,25%, a R$ 15,32. A disparada reflete a notícia divulgada juntamente ao resultado do 1º trimestre do ano de que sua matriz espanhola lançou uma oferta para comprar 25% do restante das units que ainda não possui.
A aquisição, que pode chegar a € 4,7 bilhões (US$ 6,51 bilhões), será paga com novas ações do Santander e acionistas existentes receberão um prêmio de 20% sobre o preço de fechamento dos papéis do Santander Brasil. O banco brasileiro continuará na BM&FBovespa, mas vai migrar do Nível 2 de Governança Corporativa para o segmento tradicional.
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Além do mais, os resultados operacionais mostraram métricas positivas, com algumas superando as expectativas do mercado, conforme apontam os analistas da XP Investimentos em relatório divulgado aos clientes.