TEMPO REAL: estatais, bancos e elétricas chegam a subir 6%; MRV vira para queda

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta sexta-feira

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13h22: Cesp
Na contramão da maioria do setor, as ações da Cesp (CESP6, -1,93%, R$ 26,45)  operam em queda desde o início do pregão. Após um longo período no topo (R$ 822 por megawatt-hora), o preço de energia no mercado à vista cedeu e, segundo a ONS, caiu para R$ 579 MWh nesta semana. Segundo o Credit Suisse, a Copel (CPLE6, +0,36%, R$ 33,47) e Tractebel (TBLE3, -0,0%, R$ 34,40) são as mais expostas, já que boa parte de suas receitas estão atreladas na venda para consumidores livres, mas Cesp e Cemig (CMIG4, +2,84%, R$ 16,66) também podem sentir a queda do preço. 

13h03: MRV
Depois de um início positivo, as ações da MRV Engenharia (MRVE3) viraram para queda nesta tarde após quatro dias de alta. Os papéis vinham sendo beneficiados pela expectativa de que a presidente Dilma Rousseff anuncie em breve a 3ª fase do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Ontem, a presidente falou sobre o programa, reiterando as 3 milhões de unidades habitacionais.

12h53: BR Insurance
Um dos maiores fiascos da temporada de resultados do 4º trimestre de 2013 – quando viu suas ações caírem 62,8% nos 6 pregões após a divulgação do balanço -, a BR Insurance (BRIN3) mostra uma sobrevida nesta sexta-feira, repercutindo os rumores de que poderá ser vendida para um dos maiores fundos de investimento do Brasil. 

Neste momento, as ações da companhia marcavam ganhos de 6,01%, a R$ 8,64, após chegarem a subir 9,08% na máxima do dia, quando bateram R$ 8,89 – maior patamar desde 12 de maio. Mesmo com essa valorização, os papéis BRIN3 ainda apresentam queda de 54,90% em 2014. 

Segundo publicação de ontem no blog Primeiro Lugar, da Exame.com, a Gávea Investimentos, gestora do ex-ministro da Fazenda, Armínio Fraga, estaria estaria negociando com os acionistas da companhia como fazer essa compra. Alguns destes acionistas permaneceriam sócios da empresa mesmo após um eventual fechamento de capital, aponta a publicação. Contudo, a mesma nota reforça que as negociações são preliminares e é possível que não deem em nada.

12h48: Petrobras, BB e Eletrobras
As ações estatais Petrobras (PETR3, +5,88%, R$ 16,39; PETR4, +6,25%, R$ 17,34), BB (BBAS3, +4,57%, R$ 24,23) e Eletrobras (ELET3, +5,66%, R$ 6,91; ELET6, +4,67%, R$ 10,31) seguem em disparada nesta sessão depois de pesquisa eleitoral Datafolha divulgada hoje. 

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No cenário mais provável para as eleições, a presidente Dilma Rousseff caiu de 37% das intenções de voto em maio para 34% neste início de junho. Desde fevereiro, a presidente já caiu 10 pontos percentuais. No mesmo período, no entanto, o pré-candidato do PSDB, Aécio Neves, também apresentou queda, de 20% para 19%. O pré-candidato Eduardo Campos, oscilou de 11% para 7%.

Segundo a XP Investimentos, o mercado reage positivamente, pois rumores de mercado vindos da coluna de Lauro Jardim, da Veja, na véspera, indicavam que Dilma ficaria com 40%. Com esse rumor, o Ibovespa fechou em queda de 0,5% ontem. Hoje, o índice apresenta alta superior a 2%.   

10h19: Bancos
Em meio ao otimismo generalizado no mercado por conta da pesquisa Datafolha, as ações dos bancos também acompanham o movimento e sobem forte nesta manhã. Os papéis da Bradesco (BBDC3, +4,75%, R$ 33,10 BBDC4, +4,10%, R$ 32,26), Itaú Unibanco (ITUB4, +3,57%, R$ 32,55) e Itaúsa (ITSA4, +3,31%, R$ 8,75) figuravam entre as maiores altas do Ibovespa. Um pouco mais distante aparecia o Santander (SANB11, +1,48%, R$ 15,75), com alta acima de 1%.