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SÃO PAULO – Os trens do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), bem como os serviços de ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), passarão a custar mais a partir de domingo (13), em São Paulo.
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos reajusta anualmente as tarifas do transporte público na região metropolitana e leva em consideração fatores econômico-financeiro das companhias.
Vagões
O bilhete unitário do Metrô e da CPTM, por exemplo, será reajustado de R$ 2,65 para R$ 2,90. O mesmo acontece com o bilhete unitário da Linha 5-Lilás (que opera atualmente entre Capão Redondo e Largo Treze, em Santo Amaro), que custará R$ 2,80.
Já quem usa o Bilhete Único Integrado Comum e Vale-Transporte deixará de pagar R$ 4,29, para arcar com R$ 4,49.
O bilhete Madrugador Exclusivo, sai dos atuais R$ 2,40, para ser comercializado a R$ 2,50. O Cartão Madrugador Integrado, por sua vez, passará de R$ 4,11 para R$ 4,21.
A mudança ocorre com os demais cartões disponibilizados para o transporte do consumidor, como o Cartão Lazer, que custava R$ 22,30 e será comercializado a R$ 23,50. O Cartão Fidelidade M8 passará de R$ 20,30 para R$ 21,50, o M20, de R$ 48,70 para R$ 51,40, e o M50, de R$ 116,50 para 123.
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De acordo com a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, as transferências entre Metrô e CPTM continuarão gratuitas nas estações Palmeiras-Barra Funda, Luz, Brás e Santo Amaro.
Ônibus
As tarifas dos ônibus intermunicipais de três regiões metropolitanas do Estado – São Paulo, Campinas e Baixada Santista – também passarão por reformulações.
Conforme os dados da secretaria, a média de reajuste das tarifas das linhas intermunicipais do serviço comum na Região Metropolitana de São Paulo é de 7,66%.
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Na Região Metropolitana da Baixada Santista, a mudança é de 6,94%, enquanto aos preços na Região Metropolitana de Campinas, o reajuste é de 6,23%.
Para efetuar o cálculo das novas tarifas, a secretaria se valeu da evolução dos custos do setor de transporte coletivo nos últimos 12 meses. Somam-se aí as elevações nos preços dos veículos (12,5%) e da mão de obra (6,7 %.).
O peso destes itens no cálculo do custo do transporte é de 43% para mão-de-obra, 20% para combustíveis, 24% para veículos e peças e 13% para os demais.