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SÃO PAULO – Os preços da construção civil paulista se mantiveram estáveis novamente em novembro, tendo variado apenas 0,06% entre outubro e novembro.
O indicador, que é utilizado nos reajustes dos contratos firmados pela categoria, acumula elevação de 3,75%, nos onze primeiros meses de 2006, e de 3,85%, no acumulado dos últimos 12 meses.
Os dados, divulgados nesta sexta-feira (01), são do Índice de Custo Unitário Básico (CUB) apurado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).
Estabilidade em mão-de-obra e materiais
Ainda de acordo com o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (01), os custos da mão-de-obra e do material de construção também se mantiveram praticamente estáveis no décimo primeiro mês do ano, tendo variado 0,03% e 0,09%, respectivamente.
O CUB padrão de novembro foi avaliado em R$ 961,21 por metro quadrado, sendo que 56,16% se referem aos gastos com mão-de-obra (R$ 539,83), já contando os encargos sociais, e 43,84%, aos custos dos materiais de construção (R$ 421,38).
Destaques do mês
De acordo com o SindusCon-SP, as maiores altas de preço do mês ocorreram no tubo de ferro para água, que ficou 4,79% mais caro, e no tubo de cobre (+4,37%). O granito polido para piso, por sua vez, pesou 3,06% a mais no bolso dos paulistas.
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Além disso, o azulejo branco (+1,95%), o laminado melamínico (+1,73%), a caixa de passagem com tampa PVC (+1,58%), a tábua de pinho 2ª (+1,34%), o vidro liso transparente (+0,93%), o piso de mármore (+0,80%) e o tijolo maciço comum (+0,77%) também ficaram mais caros em novembro.