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A decisão de Bento Albuquerque de deixar o cargo de ministro de Minas e Energia foi de caráter pessoal e tomada de forma consensual em reunião entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, disse a assessoria da pasta.
Em nota divulgada nesta quarta-feira, o ex-ministro ainda agradeceu e disse que se orgulha de ter participado do governo Bolsonaro “que continua a contar com a sua lealdade, respeito e amizade”.
A troca no comando da pasta foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira. Em substituição a Albuquerque, foi nomeado Adolfo Sachsida, que era chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia.
Viva do lucro de grandes empresas
Cabe ressaltar que, na visão de analistas de mercado, a exoneração foi considerada uma resposta à nova alta nos combustíveis sendo que, já na semana passada, antes mesmo da elevação dos preços, Bolsonaro fez fortes críticas ao lucro da Petrobras, citando inclusive o agora ex-ministro.
A Levante Ideias de Investimentos apontou que esta medida foi vista como a demonstração de mais um “sacrifício” do presidente, já que o almirante era homem de confiança do Planalto – sendo uma tentativa, por parte do Executivo, de se distanciar, eleitoralmente, das altas dos preços.
(com Reuters)
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