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SÃO PAULO – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) encerrou a terceira semana de novembro com alta de 0,22%, contra 0,20% registrado na segunda semana do mês.
De acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), a alta foi influenciada, especialmente, pelo avanço da taxa dos alimentos in natura, sendo que as frutas, por exemplo, passaram de -2,49% para 0,17% em uma semana. Dessa forma, o item foi o principal responsável pelo acréscimo do grupo Alimentação (0,01% para 0,13%) na passagem da segunda para a terceira semana do mês de novembro.
Os grupos Vestuário (de 0,45% para 0,82%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,17% para 0,33%) também apresentaram variações positivas no período analisado, sendo influenciados pelas altas dos itens roupas ( de 0,43% para 0,85%) e salas de espetáculo (1,22% para 2,43%), respectivamente.
Na contramão
No que diz respeito aos outros grupos que compõem o índice, quatro apresentaram desaceleração, com destaque para Transportes (0,56% para 0,33%) e Despesas Diversas (-0,16% para -0,20%). Nesses casos, a queda deve-se aos itens álcool combustível (8,37% para 5,42%) e mensalidade para TV por assinatura (0,27% para 0,02%).
No caso do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, o recuo foi de 0,04 ponto percentual, saindo de 0,14% para 0,10% em uma semana, com influência, sobretudo do item artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,20% para -0,50%).
No grupo Habitação, a desaceleração foi de 0,03 ponto percentual, de 0,29% para 0,26%, principalmente por conta do comportamento dos preços do gás de bujão (1,09% para 0,46%).