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SÃO PAULO – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou alta de 0,11 ponto percentual entre a semana encerrada no dia 15 de janeiro e a terminada em 22 do mesmo mês, passando de 0,69% para 0,80%. Os principais motivos para isso foram as altas registradas nos grupos Alimentação e Educação, Leitura e Recreação.
Segundo divulgou a FGV (Fundação Getulio Vargas), nesta sexta-feira (23), na primeira classe de despesa, cujo índice passou de 0,88% para 1,10%, 15 dos 22 itens componentes registraram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Frutas (3,39% para 4,46%) e Arroz e Feijão (-2,51% para -0,75%).
Já no segundo grupo, que passou de 1,83% para 2,57%, as mensalidades escolares continuam influenciando a alta. A taxa do item Cursos Formais passou de 2,81% para 4,19% no período.
Mais altas
Além desses grupos, Habitação e Despesas Diversas influenciaram a alta do índice, embora em menor intensidade. No primeiro caso, a taxa passou de 0,30% para 0,32% e, no segundo, de 0,34% para 0,36%. Os destaques ficaram com Artigos de Conservação e Reparação (0,80% para 0,94%) e Cartório (0,22% para 1,79%), nesta ordem.
Por outro lado, o resultado apresentado pelas classes Saúde e Cuidados Pessoais e Vestuário impediram um aumento ainda maior do IPC-S. O primeiro grupo registrou variação de 0,49% contra 0,58% uma semana antes, e o segundo passou de 0,09% para 0,01%.
Os destaques foram Artigos de Higiene e Cuidado Pessoal (0,76% para 0,55%), Roupas Femininas (0,61% para 0,04%) e Serviços de Oficina (1,24% para 0,94%), respectivamente.