Preços ao produtor no Brasil interrompem 3 meses de queda e sobem 0,36% em agosto

O resultado levou o índice acumulado ⁠em ‌12 meses a uma ⁠alta de 2,53%

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SÃO PAULO, 30 ⁠Set (Reuters) – Os preços ao ⁠produtor no Brasil subiram 0,36% ‌em agosto, depois de três meses de deflação, diante da pressão ‌de alimentos e das indústrias extrativas, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

O resultado levou o índice acumulado ⁠em ‌12 meses a uma ⁠alta de 2,53%.

Em julho, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) havia recuado 0,3%.

Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que ​14 tiveram variações positivas em agosto. Alimentos foi o setor ​industrial de maior destaque na comparação com julho, com impacto de 0,47 ponto percentual no resultado da indústria geral, com ‌alta de 1,99% no ​mês, maior aumento desde novembro de 2024 (2,18%).

As indústrias extrativas tiveram impacto de 0,18 ponto ⁠ao ​registraram ​avanço dos preços de 4,33% após três meses ⁠consecutivos de deflação.

Entre ​as grandes categorias econômicas, bens de capital recuaram 0,01%, bens intermediários ficaram ​estáveis e bens de consumo tiveram alta de 0,96%.

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O ​IPP mede ⁠a variação dos preços de produtos na “porta ⁠da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.