Como investem os candidatos à Presidência?

As carteiras somam R$ 7,96 bilhões

As declarações de bens dos 13 candidatos à Presidência mostram patrimônios concentrados principalmente em empresas, imóveis e renda fixa. Mas há uma distorção: R$ 7,42 bilhões são atribuídos a Pablo Marçal, que afirma que o valor está errado.

Marçal declarou R$ 7,4 bilhões

Um único registro representa R$ 6,79 bilhões do patrimônio declarado: CDB e RDB no Itaú O valor equivale a 91,6% de tudo o que ele informou ao TSE. Marçal afirma que a declaração está errada e pediu correção.

Ações quase não aparecem nas carteiras

Fora Augusto Cury, o maior investimento direto em ações declarado por um candidato foi de apenas: R$ 133,53 A exposição à renda variável aparece principalmente por meio de fundos.

Quase 70% do patrimônio está em VGBL

Lula declarou R$ 4,78 milhões ao TSE. Desse total, R$ 3,3 milhões estão em dois planos de previdência VGBL: – R$ 1,92 milhão na Brasilprev – R$ 1,38 milhão no Bradesco

O pós-fixado domina entre os candidatos

Entre os investimentos financeiros declarados, a renda fixa pós-fixada aparece com força. O cenário de Selic a 14% ao ano ajuda a explicar a preferência por aplicações ligadas ao CDI.

A poupança aparece com valores simbólicos

Lula declarou duas cadernetas de poupança com: R$ 14,99 + R$ 0,13 Já Edmilson Costa tinha R$ 51,4 mil em poupança — a maior fatia relativa entre os candidatos.

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