Preço da cesta básica de SP sobe 3,79% em novembro, para R$ 323,76

Dos 31 produtos analisados, 22 ficaram mais caros, seis tiveram queda nos preços e três permaneceram estáveis

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SÃO PAULO – O preço da cesta básica de São Paulo subiu 3,79% em novembro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP, em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e divulgada nesta quinta-feira (16).

No mês passado, os paulistanos pagaram R$ 323,76 para comprar os produtos essenciais, sendo que, no décimo mês deste ano, esse valor era de R$ 311,94

Nos últimos 12 meses, o preço aumentou 14,87%, e no acumulado deste ano, 14,89%.

Destaques
Dos 31 produtos analisados, 22 ficaram mais caros, seis tiveram queda nos preços e três permaneceram estáveis no décimo primeiro mês do ano em relação a outubro.

A alta no último mês deve-se à elevação dos preços do grupo Alimentação e Limpeza, de 4,34% e 1,69%, respectivamente. O grupo Higiene Pessoal teve leve alta de preços, de 0,56%.

Entre as altas, os destaques ficaram com açúcar refinado, que apresentou avanço de 12,79% no preço em novembro, e batata, cuja elevação foi de 9,09%.

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Frango resfriado (7,71%), carne de segunda sem osso (7,36%) e carne de primeira (6,56%) também se destacam.

Por outro lado, as maiores quedas ficaram com o feijão carioquinha (-8,79%), salsicha (-5,23%) e o quilo do alho (-2,70%). Creme dental (-2,50%) e desodorante spray (9-0,87%) também estão na lista dos que mais caíram.

Preços
De acordo com o Procon-SP, os aumentos ou quedas de preço dos produtos que compõem a cesta básica nem sempre estão atrelados a algum desequilíbrio entre oferta e demanda, motivado por razões internas (quebras de safra, política de preços mínimos aos produtores, conjuntura econômica do país etc.) ou por razões externas (mudanças no cenário internacional, restrições políticas ou sanitárias às importações brasileiras etc.).

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As alterações de preços, especialmente as de pequena magnitude, podem refletir procedimentos adotados por determinados supermercados da amostra, seja para estimular a concorrência, para se destacar em algum segmento, seja para simplesmente esvaziar os estoques, por meio do rebaixamento temporário dos preços.