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SÃO PAULO – Manter um plano de saúde ficou 6,15% mais caro no ano passado, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O impacto da alta do preços foi mais sentido, no entanto, pelos gaúchos. Em Porto Alegre, os planos pesaram 6,54% mais no bolso dos usuários. Em São Paulo, esteve o menor aumento de preços (5,91%).
Cada capital
Em todas as 11 capitais analisadas, houve aumento no preço dos planos de saúde, conforme mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo do plano de saúde | ||
| Capital | 2008 | |
| Rio de Janeiro | 6,18% | |
| Porto Alegre | 6,54% | |
| Belo Horizonte | 6,35% | |
| Recife | 6,28% | |
| São Paulo | 5,91% | |
| Distrito Federal | 6,27% | |
| Belém | 6,08% | |
| Fortaleza | 6,45% | |
| Salvador | 6,52% | |
| Curitiba | 5,97% | |
| Goiânia | 6,12% | |
| Nacional | 6,15% | |
Fonte: IBGE
Serviços médicos
A inflação nos planos de saúde foi maior do que a registrada nos serviços de saúde em geral, que sofreram aumento de 6,03% no ano passado, com destaque para os moradores de Belém, que viram os preços subirem 6,97%.
Ir ao médico ficou 6,57% mais caro em 2008 e, ao dentista, 5,67%. O tratamento psicológico e fitoterápico pesou 7,77% a mais no bolso do consumidor, enquanto os serviços laboratoriais e hospitalares ficaram 4,65% mais caros, puxados por internações e cirurgias (5,26%).