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Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) seguem entre os ativos mais relevantes do Ibovespa e continuam sustentando estruturas técnicas positivas no médio prazo, mesmo após movimentos recentes de realização.
Enquanto Petrobras consolida abaixo da máxima histórica após a forte arrancada observada no primeiro trimestre, Vale mantém trajetória de recuperação após romper uma longa tendência de baixa que predominou entre 2023 e 2024.
Na leitura técnica, os dois papéis ainda preservam viés construtivo no gráfico semanal, sustentados pela negociação acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
Ainda assim, o mercado passa a monitorar com mais atenção as regiões de suporte após os recentes movimentos corretivos, especialmente diante da perda parcial de momentum comprador observada nas últimas semanas.
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Análise técnica Petrobras (PETR4)
No gráfico semanal, observo que Petrobras (PETR4) segue em tendência de alta no médio prazo, negociando acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Após o forte movimento comprador registrado entre janeiro e março, o ativo passou a consolidar abaixo da máxima histórica em R$ 50,10.
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Na última sessão, o papel encerrou cotado a R$ 43,39, com alta de 0,09%. Apesar da realização recente, sigo entendendo que a estrutura gráfica permanece positiva enquanto os suportes mais próximos forem preservados.

Na minha leitura, a principal faixa de suporte segue entre R$ 42,97 e R$ 41,87. Caso esses níveis sejam perdidos, o ativo pode ampliar o movimento corretivo em direção aos suportes em R$ 34,63, R$ 32,15 e R$ 29,18, região considerada estruturalmente importante para a tendência principal.
Por outro lado, para retomar maior força compradora, será importante superar inicialmente a resistência em R$ 45,00 e posteriormente romper a máxima histórica em R$ 50,10. Acima dessa faixa, vejo espaço para continuidade do movimento de alta em direção aos alvos projetados em R$ 53,45, R$ 55,00 e R$ 57,75, com objetivo mais longo na região de R$ 62,55.
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Análise técnica Vale (VALE3)
No gráfico semanal, Vale (VALE3) segue em recuperação no médio prazo e mantém estrutura positiva após romper a longa tendência de baixa que predominou entre 2023 e 2024. O ativo continua negociando acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando a retomada gradual do fluxo comprador.
Na última sessão, o papel encerrou cotado a R$ 82,85, com baixa de 0,69%. Apesar da realização recente após testar regiões próximas das máximas, o viés segue construtivo enquanto os principais suportes forem preservados.
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Na minha leitura, a principal faixa de suporte segue entre R$ 78,00 e R$ 74,00. Caso esses níveis sejam rompidos, o ativo pode ampliar o movimento corretivo em direção aos suportes em R$ 64,23, R$ 57,50 e R$ 53,68. Em um cenário mais pressionado, o mercado ainda poderia buscar a região de R$ 48,50, próxima de uma importante faixa estrutural e da média de 200 períodos.
Por outro lado, para retomar maior força compradora, será importante superar inicialmente a resistência em R$ 89,75 e posteriormente renovar a máxima histórica em R$ 91,62. Acima dessa faixa, vejo espaço para continuidade do movimento de alta em direção aos objetivos projetados em R$ 96,50, R$ 100,00 e R$ 108,70, com alvo mais longo na região de R$ 117,00.
“Em resumo, sigo com uma leitura construtiva para Petrobras e Vale no médio prazo. Apesar dos movimentos recentes de realização, os dois ativos ainda preservam estruturas técnicas positivas no gráfico semanal, sustentadas pela negociação acima das médias móveis e pela manutenção de importantes regiões de suporte.”
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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