Petrobras, Itaúsa, Hapvida, MRV, Direcional, Copasa e mais ações para acompanhar hoje

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta terça-feira (12)

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Edifício da B3, na rua XV de Novembro (Foto: Divulgação)
Edifício da B3, na rua XV de Novembro (Foto: Divulgação)

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O radar corporativo desta terça-feira (12) traz resultados de Petrobras (PETR4), Itaúsa (ITSA4), MRV (MRVE3), Hapvida (HAPV3), Direcional (DIRR3), Natura (NATU3) e mais empresas.

Já a Suzano (SUZB3) espera aumento no custo caixa de celulose no 2º trimestre.

A Multiplan (MULT3), por sua vez, faz acordo para vender participação de shopping em Curitiba por R$ 250 milhões.

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Copasa (CSMG3) conclui etapa prévia de seleção de investidor de referência.

Confira mais destaques:

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Itaúsa (ITSA4)

A Itaúsa (ITSA4) ⁠teve lucro líquido recorrente ‌de R$4,5 bilhões no primeiro trimestre de ‌2026, crescimento de 17% sobre o mesmo período do ano anterior.

A holding controladora ⁠do ‌Itaú Unibanco, ⁠que também tem investimentos em empresas como Motiva, Aegea, Alpargatas e Copa Energia, ​teve um retorno recorrente sobre o patrimônio ​líquido médio de 20,1% nos primeiros três meses do ano, ante 17,4% ‌no mesmo ​período de 2025.

Petrobras (PETR4)

A Petrobras (PETR3PETR4) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 na noite desta segunda-feira (11). A petroleira apresentou lucro líquido de R$ 32,66 bilhões, em linha com a projeção de analistas ouvidos pela plataforma de dados LSEG (London Stock Exchange Group), em R$ 30 bilhões. A linha teve queda de 7,2% na comparação anual, já que no 1º trimestre de 2025, o lucro ficou em R$ 35,2 bilhões.

A petroleira teve lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado de R$ 59,6 bilhões no 1º trimestre, com leve recuo de 2,4%.

MRV (MRVE3)

A MRV&CO (MRVE3) – conglomerado que reúne a MRV, Urba, Luggo e Resia – teve prejuízo líquido consolidado de R$ 77,6 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa uma perda 78% menor na comparação com o mesmo período de 2025.

No critério ajustado (que exclui instrumentos financeiros sem efeito direto no caixa), o resultado líquido consolidado foi um prejuízo de R$ 14,4 milhões, montante 94,5% menor na mesma base de comparação anual.

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A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,776 bilhões, aumento de 21,6% na mesma base de comparação anual. Já as despesas operacionais consolidadas alcançaram R$ 444,5 milhões, aumento de 6,5%.

Hapvida (HAPV3)

A operadora de saúde Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de cerca de R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado reflete a dinâmica de utilização ao longo do período influenciada por fatores sazonais, pelo ramp-up de novas unidades da rede própria e por iniciativas operacionais, parcialmente compensados por crescimento de receita, avanço do tíquete médio e disciplina financeira.

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De janeiro a março, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) somou R$ 346 milhões, um recuo de 46,8% ante um ano antes. Já o indicador ajustado totalizou R$ 803 milhões, queda de 20,0%.

Direcional (DIRR3)

A Direcional Engenharia (DIRR3), uma das maiores construtoras do Minha Casa Minha Vida, apresentou lucro líquido de R$ 213,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, montante 29,6% maior do que no mesmo período de 2025.

No critério ‘operacional’, a companhia teve lucro líquido de R$ 200 milhões, alta de 27% na mesma base de comparação anual. O critério ‘operacional’ exclui a operação de swap de ações e outras despesas financeiras consideradas não recorrentes.

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Grupo SBF (SBFG3)

O Grupo SBF, dono da ⁠rede de varejo esportivo Centauro, reportou nesta ‌segunda-feira lucro líquido de R$ 74,2 milhões no primeiro trimestre do ano, alta de 10,2% ‌em relação ao mesmo período do exercício anterior, com expansão de receitas, em período também marcado por consumo de caixa com preparação para Copa do Mundo.

A receita líquida cresceu 14,9%, para quase ⁠R$ 1,8 ‌bilhão, com expansão de 1,1 ponto percentual ⁠na margem bruta, para 50,8%.

Track & Field (TFCO4)

A Track & Field (TFCO4) registrou lucro líquido ajustado de R$ 41,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa um aumento de 6,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira.

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O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado atingiu R$ 61,6 milhões nos três primeiros meses de 2026, alta de 12,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

Energisa (ENGI11)

O lucro líquido consolidado recorrente da Energisa (ENGI11) ficou em R$ 207 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 46,9% na comparação com igual período de 2025.

O desempenho foi pressionado pelo resultado financeiro, que correspondeu a uma despesa líquida de R$ R$ 1,03 bilhão, 67,8% maior que a despesa de R$ 614 milhões anotada um ano antes.

Natura (NATU3)

A Natura (NATU3) teve prejuízo líquido de R$445 milhões no primeiro trimestre, acima do resultado negativo de R$152 milhões sofrido no mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira.

A fabricante de cosméticos apurou resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente de R$346 milhões, queda de 55,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A receita líquida somou R$4,75 bilhões de janeiro ao final de março, recuo de 7,7% na base anual.

Grupo ⁠Toky (TOKY3)

O Grupo ⁠Toky (TOKY3) informou na noite ‌de segunda-feira que quatro fundos geridos pela ‌SPX Private Equity estão em ‘estágio avançado de negociações’ para a venda da ⁠totalidade ‌de suas participações ⁠em ações e bônus de subscrição da empresa, conforme comunicado ao mercado.

Suzano (SUZB3)

A Suzano (SUZB3) afirmou nesta segunda-feira que prevê para o segundo trimestre um incremento de 3% a 5% no custo caixa de produção de celulose em relação aos três primeiros meses do ano, segundo fato relevante.

A companhia disse que a previsão tem como base câmbio médio do trimestre em R$5 por dólar e o preço do barril de petróleo Brent de US$87.

Multiplan (MULT3)

A ‌Multiplan (MULT3) anunciou nesta segunda-feira ‌que assinou memorando de entendimentos para ⁠venda ‌de ⁠9,33% de participação no ParkShoppingBarigüi, em ​Curitiba, por R$250 milhões, ​segundo comunicado ao mercado.

Bicicletas Monark (BMKS3)

A Bicicletas Monark informou que pagará dividendos em 29 de junho de 2026 aos acionistas com posição em 30 de abril de 2026. O valor será de R$ 10,0581484552 por ação, livre de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). O pagamento será realizado via crédito em conta cadastrada no Bradesco ou por intermédio da B3 para ações custodiadas.

Hypera Pharma (HYPE3)

A Hypera informou que recebeu comunicado da Fidelity (FMR LLC) sobre a redução de sua participação acionária na companhia. A gestora passou a deter 32,56 milhões de ações ordinárias, equivalentes a aproximadamente 4,624% do capital social da farmacêutica.

Eternit (ETER3)

A Eternit comunicou que recebeu correspondência do acionista Mario Gonçalves dos Reis informando a redução de sua participação acionária para abaixo de 5% do capital social da companhia.

Motiva (MOTV3)

A Autopista Fernão Dias, controlada da Motiva, assinou com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) um termo aditivo de modernização do contrato de concessão da BR-381/MG-SP (Rodovia Fernão Dias).

O acordo garante à concessionária a exploração da rodovia por mais 15 anos e marca um novo ciclo de investimentos voltado à modernização da estrada, ampliação da capacidade e melhoria da qualidade e segurança dos serviços prestados.

Espaçolaser (ESPA3)

O fundo de investimentos Magnólia, acionista integrante do bloco de controle da Espaçolaser (ESPA3), informou que está conduzindo estudos relacionados a alternativas e estruturas para sua eventual saída do bloco de controle da companhia.

Copasa (CSMG3)

A Copasa (CSMG3) informou a conclusão da etapa prévia do processo de seleção do investidor de referência para a potencial oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias de emissão da companhia, de titularidade do Estado de Minas Gerais.