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11h34: Lojas Renner (LREN3, R$ 74,65, -1,78%)
Em entrevista à Reuters, o presidente da companhia, José Galló, disse que a varejista inicia 2015 enxergando oportunidades de ocupar lacunas deixadas por concorrentes de menor porte, em um ambiente macroeconômico desafiador. Segundo ele, o período de 2003 a 2010 foi “extremamente favorável para todos”, mas que a situação vem mudando em função da desaceleração da economia, fazendo os consumidores optarem por redes com fôlego financeiro, capazes de seguir apresentando novidades.
11h20: HRT (HRTP3, R$ 4,73, +25,13%) e OGX Petróleo (OGXP3, R$ 0,09, +12,50%)
Uma possível fusão entre HRT e OGX está agitando as ações das duas companhias hoje. Segundo reportagem do Estadão, Eike Batista tem sondado Nelson Tanure, principal acionista da HRT, sobre uma possível fusão entre as duas petroleiras. O jornal apurou que as conversas envolvem um dos empresários mais ricos da Nigéria. A análise de especialistas do setor é que o negócio traria sinergias interessantes, já que os campos de Polvo, da HRT, e de Tubarão Martelo, da OGX, são vizinhos.
11h17: Valid (VLID3, R$ 40,16, -0,47%)
A Valid informou ontem que assinou contrato para emissão de carteiras de habilitação no estado de Washington, nos Estados Unidos. O planejamento e desenvolvimento do projeto terão início em janeiro de 2015 e o registro e produção das carteiras em agosto de 2016. Ao longo dos cinco anos de vigência de contrato, a empresa irá produzir e emitir aproximadamente 1,7 milhão de credenciais seguras a cada ano, informou.
11h14: Cteep (TRPL4, R$ 38,74, -7,65%)
As ações da Transmissão Paulista, ou Cteep, desabam hoje em meio ao relatório da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que avalia os ativos não amortizados da companhia abaixo do esperado. Além disso, o UBS cortou hoje a recomendação das ações da empresa de compra para neutra. O preço-alvo é de R$ 44 por papel para os próximos 12 meses.
A empresa informou ontem que recebeu da Aneel relatório apontando que a indenização que a companhia terá que receber é de R$ 3,6 bilhões por ativos de transmissão anteriores a 2000. Entretanto, um laudo independente da Cteep aponta que o valor seria de R$ 5,2 bilhões. A companhia vai apresentar um recurso para contestar o valor apresentado, nos termos do laudo, comunicou.
10h56: MRV Engenharia (MRVE3, R$ 7,40, -2,25%)
O Bank of America Merrill Lynch comentou hoje que a MRV Engenharia pode sofrer pressões devido às incertezas sobre o programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. Segundo o banco, apesar de ter poucas dependências dos subsídios do governo, as ações da empresa podem ficar mais voláteis no curto prazo, com as discussões para a aprovação de novos parâmetros para a terceira etapa do programa.
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10h49: BRF (BRFS3, R$ 62,40, -1,19%)
O banco Safra revisou para baixo a recomendação para as ações da BRF. A classificação passou para neutra. Esse é o primeiro dia de queda das ações após duas altas seguidas.
10h24: Bancos
Os papéis dos bancos acompanham o dia negativo no mercado brasileiro e caem nesta sexta-feira. No radar, uma notícia do Valor apontou que procuradores querem ouvir cinco bancos – Bradesco (BBDC4, R$ 36,66, -1,13%), Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 35,90, -1,27%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 23,11, -1,83%), HSBC e Santander (SANB11, R$ 12,82, -2,88%) – sobre Operação Lava Jato, da Petrobras. Eles seriam chamados para explicar aos investigadores os motivos pelos quais seus sistemas comunicaram apenas parte das operações financeiras suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de fiscalização do Ministério da Fazenda.
Sobre o Santander ainda, as ações do banco na Espanha despencavam 10% nesta sexta-feira após a instituição vender 7,5 bilhões de euros (8,9 bilhões de dólares) em novas ações a um desconto acentuado para aprimorar sua força de capital e financiar seu crescimento. O maior banco da zona do euro anunciou a rápida venda de ações no fim da quinta-feira. Foram vendidas 1,2 bilhão de ações a 6,18 euros cada, no piso da faixa indicativa de preço e com desconto de 10% em relação ao preço anterior do papel.
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10h19: Siderúrgicas
As siderúrgicas dão continuidade às perdas de ontem após fortes ganhos recentes por conta de notícias sobre reajustes nos preços do aço, enquanto sofrem hoje também com o mau humor do mercado. Lideram a ponta negativa do Ibovespa os papéis da CSN (CSNA3, R$ 5,39, -3,75%), Gerdau (GGBR4, R$ 9,89, -3,13%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 11,38, -4,45%). Usiminas (USIM5) aparece um pouco mais distante com queda de 2,11%, a R$ 4,65.
10h15: Vale (VALE3, R$ 22,52, -1,40%; VALE5, R$ 19,79, -1,54%)
As ações da Vale caem hoje após dois pregões de ganhos após dois bancos cortarem seu preço-alvo. A mineradora teve seu target reduzido de R$ 33 para R$ 27 pelo Itaú BBA, enquanto o Jefferies revisou para baixo o preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipts) para US$ 8,50, com recomendação de manutenção.
10h05: Petrobras (PETR3, R$ 9,06, -1,31%; PETR4, R$ 8,94, -0,89%)
As ações da Petrobras operam em baixa nesta sexta-feira, depois de duas sessões de forte valorização. No radar, a empresa afirmou ontem que não há qualquer decisão sobre mudança de preços da gasolina e diesel. O comunicado foi resposta às informações de que a estatal estuda redução no preço dos combustíveis. Acreditamos que a decisão da companhia será pela volta da CIDE e manutenção dos preços do combustível, disse a Guide Investimentos.
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A Petrobras também informou, em comunicado, que não foi feita avaliação interna de seus ativos na África para uma operação no valor de US$ 3,5 bilhões, em resposta à notícia divulgada pela Folha, segundo a qual seria possível captar esse montante por 25% dos ativos no continente.