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SÃO PAULO – Os mininotebooks estão ganhando cada vez mais espaço no mercado. De acordo com relatório da consultoria DisplaySearch, do grupo norte-americano de pesquisas NPD, o número de unidades vendidas desse equipamento no mundo chegou próximo de um milhão. A expectativa é de que em 2008 sejam comercializadas 13 milhões de unidades.
A demanda pelos mininotebooks, segundo aponta a pesquisa, tem sido estimulada principalmente pelos preços bastante atrativos, por seu formato pequeno e seu peso. Em média, esses computadores são comercializados com valores abaixo de US$ 300 e pesam cerca de 900 gramas, podendo ser facilmente acomodados em bolsas ou mochilas.
Especificações
Os minicomputadores portáteis são caracterizados por pequenas telas, de até 10 polegadas, suportando sistemas operacionais como Windows XP e Linux, além de permitir a instalação de pacotes como o Office, com editor de texto, planilhas e editor de slides. Dispositivos para internet sem fio não estão disponíveis nessa versão de computadores.
Os destaques da categoria são o EeePC, da taiwanesa Asus, o HP 2133 Mini-Note, da Hewlett Packard, e o Aspire One, da Acer, além de outros produtos de companhias asiáticas.
Perspectivas
Muitas empresas fabricantes de componentes eletrônicos encaram os mininotebooks como um mercado potencial para muitos anos de crescimento, em múltiplas realidades sócio-econômicas.
Em países de economia emergente, como o Brasil, ainda há grande parcela da população sem recursos para adquirir computadores ou notebooks convencionais. Portanto, os mininotebooks podem representar um alternativa eficiente e barata de inclusão digital.
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Além disso, em mercados emergentes, esses equipamentos representam uma solução possível, considerando os custos, para escolas que desejam ampliar o acesso à tecnologia oferecido aos alunos, sem ter de necessariamente recorrer aos notebooks mais caros.