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A Oncoclínicas (ONCO3) informou, em resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que a reportagem publicada pela revista Veja sobre uma disputa envolvendo credores da companhia não traz novos fatos relevantes nem altera o andamento de seu processo de recuperação extrajudicial.
Segundo a empresa, a notícia trata principalmente de uma discussão processual levantada pelo fundo Neowise sobre a validade da adesão da Opea Securitizadora ao plano de recuperação extrajudicial do grupo. A companhia reiterou, contudo, seu entendimento de que a adesão da Opea é válida e eficaz.
A Oncoclínicas destacou ainda que a controvérsia não modifica as informações divulgadas em fato relevante em 14 de julho, quando informou ter obtido a adesão expressa de credores detentores de aproximadamente 37% dos créditos abrangidos pelo plano, percentual considerado suficiente para o ajuizamento do pedido de recuperação extrajudicial, de acordo com a legislação vigente.
A empresa acrescentou que sua posição encontra respaldo nas manifestações apresentadas pela própria Opea no processo, bem como no parecer da Promotoria de Justiça de Falência do Ministério Público de São Paulo, que se posicionou contra o pedido apresentado pelo fundo Neowise.

