Destaques da Bolsa

Nove ações reagem a balanço; Petrobras vira para queda à espera de resultado e Fibria cai

Confira os destaques desta sexta-feira

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Petrobras (PETR3, R$ 14,75, -0,41%; PETR4, R$ 13,70, -1,37%)
As ações da Petrobras oscilam à espera da divulgação do balanço na noite desta sexta e, após abrirem em queda, chegaram a subir, mas logo reverteram os ganhos. A companhia, de acordo com a projeção de analistas, deve voltar a registrar lucro, mas os dados operacionais não devem vir positivos. Confira a prévia clicando aqui. 

Vale (VALE3, R$ 21,30, -0,14%; VALE5, R$ 17,76, -0,67%)
As ações da Vale registram um dia de leve queda nesta sessão. Hoje, o Credit Suisse destacou em relatório que o corte de custos da mineradora é positivo, mas que será parcialmente ofuscado pela queda dos preços de minério de ferro. 

A alta dos papéis, afirmam os analistas do banco, refletem uma percepção do mercado que não necessariamente corresponde aos fundamentos, já que não deve haver mudança estrutural na China e que os maiores players de mercado não vão conseguir reduzir a sua produção. 

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Cyrela (CYRE3, R$ 11,26, +3,30%)
A Cyrela reage positivamente à divulgação do balanço do primeiro trimestre. A incorporadora encerrou o primeiro trimestre com queda de 38,5% no lucro líquido do primeiro trimestre sobre o mesmo período do ano passado, para R$ 101 milhões.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 154 milhões nos três meses encerrados em março, queda de cerca de 37% sobre o primeiro trimestre do ano passado.

BM&FBovespa (BVMF3, R$ 12,33, +2,32%)
A BM&FBovespa também reage positivamente aos números do primeiro trimestre. A empresa anunciou um lucro líquido de R$ 279,7 milhões no período, aumento de 9,2% sobre o mesmo período do ano passado, mas um pouco abaixo do esperado pela média do mercado, segundo pesquisa da Reuters.

A receita total subiu 5,9% na comparação anual, para R$ 577,3 milhões, impulsionada por crescimento no faturamento do segmento BM&F e receitas não relacionados a volumes negociados, informou a operadora da bolsa paulista no balanço.

Ser Educacional (SEER3, R$ 15,56, +3,73%)
Os papéis da companhia sobem após divulgar os resultados. Ela 
registrou um lucro líquido de R$ 82,844 milhões no primeiro trimestre, alta de 41,3% milhões na base de comparação anual.

Já a receita líquida da companhia ficou em R$ 269,498 milhões, alta de 74,6% em relação ao mesmo período de 2014. O lucro bruto ficou em R$ 166,487 milhões no primeiro trimestre deste ano.  Já a despesa financeira passou para R$ 8,325 milhões no primeiro trimestre de 2015. 

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Saraiva (SLED4, R$ 5,24, +5,22%)
A Saraiva vê seus papéis subirem forte após os resultados.
A Saraiva teve uma queda de 55% no lucro líquido consolidado, passando para R$ 25 milhões no primeiro trimestre.

Já a receita líquida consolidada caiu 7%, para R$ 626,7 milhões, enquanto o Ebitda caiu 37%, ficando em R$ 69,6 milhões. 

Copel (CPLE6, R$ 34,97, +4,39%)
A Copel também registra ganhos após a divulgação do balanço. 
A empresa paranaense de energia  teve queda de 19% no lucro líquido no primeiro trimestre na comparação anual, pressionada por aumento de despesas operacionais e financeiras. A empresa encerrou março com lucro líquido de R$ 470 milhões ante R$ 583 milhões de reais um ano antes.

As despesas financeiras aumentaram 56,9%, para R$ 178,9 milhões, pressionadas pelo aumento de encargos de dívidas decorrentes do maior saldo de financiamentos e debêntures, segundo a companhia. Do lado operacional, a receita líquida avançou 38,9% e encerrou o trimestre a R$ 4,24 bilhões. 

Positivo (POSI3, R$ 2,38, +10,19%)
A Positivo divulgou os números do primeiro trimestre, com o lucro indo
 para R$ 11,5 milhões, alta de 911,6% ante lucro de R$ 1,1 milhão no mesmo período do ano passado, sendo favorecido pelo resultado com instrumentos de proteção cambial.

A geração operacional de caixa foi de de R$ 36,9 milhões, alta de 191,1%. Enquanto isso, a receita líquida caiu 24,6%, somando R$ 452 milhões. Contudo, o BTG Pactual destaca que o primeiro trimestre não foi bom, destacando que as receitas continuam pressionadas e que as margem operacionais também estão sob pressão. A queda das vendas para o governo e para o varejo também caíram consideravelmente. 

Qualicorp (QUAL3, R$ 24,84, -2,59%)
A Qualicorp vê seus papéis caírem cerca de 1% após a divulgação de resultados. A companhia teve lucro líquido de R$ 44,7 milhões entre janeiro e março, avanço de 69,3% na comparação anual, informou a administradora de planos de saúde nesta quinta-feira.

A receita líquida total cresceu 20,3% ano a ano e atingiu R$ 393,6 milhões, resultado da combinação do reajuste de preço aplicado em meados de 2014 e do crescimento da carteira, disse a Qualicorp.

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Sabesp (SBSP3, R$ 19,87, +1,64%)
As ações da Sabesp, após abrirem em queda, viraram para alta. A companhia de saneamento do Estado de São Paulo Sabesp teve lucro líquido de R$ 318,2 milhões no primeiro trimestre do ano, queda de 33,4% em relação ao mesmo período do ano passado, afirmou a empresa nesta quinta-feira.

A receita operacional líquida foi de R$ 2,5 bilhões no período, queda de 11,6% na mesma base de comparação. O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,4 bilhão, um avanço de 33,6% ante o mesmo período um ano antes.

CCR (CCRO3, R$ 15,60, -1,27%)
O grupo de concessões de infraestrutura CCR divulgou na quinta à noite seus resultados e vê seus papéis caírem. A companhia registrou queda de 42% no lucro líquido do primeiro trimestre sobre o mesmo período do ano passado, para R$ 198,9 milhões. A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 859,7 milhões entre janeiro e março, queda de 1,7% sobre o mesmo período do ano passado.

Cia Hering (HGTX3, R$ 12,91, +1,33%)
Depois de desabar 33% em cinco pregões, a Cia. Hering finalmente tem uma sessão de ganhos. As quedas começaram após a divulgação dos números do primeiro trimestre, na sexta-feira passada, que deixaram a desejar.  A perspectiva para os próximos trimestres não foge do negativo. Na quarta-feira, o Deutsche Bank rebaixou sua recomendação para manutenção e cortou seu preço-alvo de R$ 24,50 para R$ 16,00.  

Fibria (FIBR3, R$ 42,66, -1,68%)
As ações da Fibria registram a maior queda do Ibovespa. 
O Conselho de Administração da companhia aprovou nesta quinta-feira a construção de uma nova linha de produção de celulose em Três Lagoas (MS), com investimento estimado em R$ 7,7 bilhões. A aprovação do projeto de expansão, após meses de estudos, ocorreu cerca de uma semana depois que a Fibria anunciou um acordo comercial com a Klabin para a compra de pelo menos 900 mil toneladas anuais de celulose a partir de 2016.