Em mercados

Quem não tiver de 20% a 25% do portfólio em Bolsa em 2019 perderá uma grande oportunidade

Em programa desta terça-feira (11), Analistas Sem Censura apontaram as perspectivas para o mercado acionário e também para renda fixa para 2019

SÃO PAULO - O quanto ter alocado em Bolsa em meio a esse período de maior ânimo com o mercado? Essa é uma das questões que foi abordada durante o programa Analistas sem Censura, apresentado pelos analistas da Nord Research Ricardo Schweitzer, Bruce Barbosa e Renato Breia.

Schweitzer destaca que está otimista, mas diz que isso não quer dizer jogar com tudo e fazer loucuras para apostar no mercado acionário. 

Breia ressalta ainda que, a esse patamar que se encontra atualmente, o Ibovespa não está num "nível óbvio" e é necessário fazer uma seleção de ações que ainda estão baratas.

Ele ainda cita papéis de prestígio, de grandes companhias, que caíram 40% a 50%, o que mostra que é preciso atenção para investir no mercado acionário e ainda saber diferenciar empresas que vão se favorecer do ciclo de retomada da economia com bons fundamentos e aquelas que "apenas estão saindo do buraco". 

De qualquer forma, nesse cenário em que a Bolsa é a aposta como o "principal cavalo" entre os investimentos, Breia avalia que quem não tiver 20% a 25% em Bolsa para a carteira no próximo ano perderá uma grande oportunidade. "É preciso selecionar boas ações, não adianta ficar comprado em BOVA11, e também é interessante ficar de olho em fundos de ações", afirma. 

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Os analistas também destacam as oportunidades em renda fixa em meio ao cenário que se desenha cada vez mais provável de manutenção dos juros nas próximas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária). 

O programa, na íntegra, pode ser acompanhado no player acima e pela IMTV.

Em observância à ICVM 598, o(s) analista(s) de valores mobiliários participantes deste programa declara(m) que suas recomendações, pelas quais é(são) o(s) respectivo(s) responsável(is) principal(is), refletem única e exclusivamente suas próprias opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente e autônoma.

 

 

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