Netanyahu diz que Israel vai investir quase US$ 120 bi em armas e munições

Primeiro-ministro anuncia compras de novos jatos e projeto para neutralizar ataques de drones

Estadão Conteúdo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fala durante uma cerimônia em comemoração ao Dia da Lembrança de Israel para os soldados caídos, ou Yom HaZikaron, no Cemitério Militar no Monte Herzl, em Jerusalém - 21/04/2026 (Foto: Poos via REUTERS/Ilia Yefimovich)
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fala durante uma cerimônia em comemoração ao Dia da Lembrança de Israel para os soldados caídos, ou Yom HaZikaron, no Cemitério Militar no Monte Herzl, em Jerusalém - 21/04/2026 (Foto: Poos via REUTERS/Ilia Yefimovich)

Publicidade

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta temporada um plano de investimento de 350 bilhões de shekels (cerca de US$ 118 bilhões) no orçamento de defesa para a próxima década. O foco central, segundo o 1º ministro, é assegurar a independência absoluta e a superioridade aérea do país, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros por meio da fabricação nacional de munições e armamentos.

Em vídeo divulgado no X, o premiê destacou a aquisição de novos esquadrões de caças F-35 e F-15IA, além de um projeto prioritário para neutralizar a ameaça de drones. O plano estratégico inclui o desenvolvimento de um projeto prioritário para neutralizar a ameaça de drones, que já apresentou relatórios de progresso nesta temporada.

O anúncio de expansão bélica ocorre sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que solicitou a Israel a realização de ataques apenas “cirúrgicos” no Líbano para evitar um conflito total. Apesar do apelo por cautela, operações israelenses no sul libanês resultaram na morte de pelo menos sete pessoas nesse último sábado e na demolição de estruturas civis – ação que o exército justificou como resposta ao uso do espaço pelo Hezbollah.