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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (21/09) em queda de 0,63%, aos 5.125 pontos. O dólar à vista recuou 0,72%, a R$ 5,1080, acompanhando a queda dos rendimentos dos Treasuries e o enfraquecimento da moeda norte-americana diante de divisas emergentes. No Brasil, a pesquisa BTG/Nexus manteve Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados, enquanto o Focus elevou a projeção do IPCA de 2026 para 4,92%.
Para os traders de minidólar, o foco estará na repercussão da nova pesquisa Quaest, no comportamento dos Treasuries e do dólar no exterior e nos possíveis avanços das negociações entre Estados Unidos e Irã durante a Assembleia Geral da ONU. As sinalizações do Fed sobre a inflação e o noticiário eleitoral deverão indicar se a pressão vendedora continua ou se o contrato encontra espaço para recuperação.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar fechou a última sessão no campo negativo, mas apresentou uma recuperação perto do encerramento e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse movimento reduz parcialmente a pressão vendedora no curtíssimo prazo, embora ainda não seja suficiente para confirmar uma reversão.
Para a continuidade da baixa, acompanho a entrada de volume vendedor e o rompimento do suporte em 5.113,5/5.100 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar as vendas em direção a 5.093,5/5.082 pontos, com alvo mais longo em 5.065/5.052 pontos.
No sentido contrário, a retomada da alta dependerá do rompimento da resistência em 5.127,5/5.143,5 pontos. Caso os compradores consigam superar essa região, o contrato poderá avançar para 5.154/5.166 pontos. Acima dessa faixa, a resistência seguinte e o alvo mais longo estarão em 5.179,5/5.188 pontos.
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No gráfico diário, verifico que o minidólar formou um movimento de baixa na última sessão e permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém a pressão vendedora predominante e exige uma reação mais ampla para que o ativo consiga alterar sua estrutura técnica.
Para retomar o movimento de alta, o contrato precisará superar a região formada pelas médias e pelas resistências em 5.202,5/5.235,5 pontos. O rompimento dessa faixa poderá abrir espaço para uma recuperação em direção a 5.277/5.342 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa dependerá da perda dos suportes em 5.093,5/5.052 pontos. Abaixo dessa região, vejo possibilidade de aceleração do fluxo vendedor, com alvos iniciais em 4.980/4.946 pontos.
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O IFR de 14 períodos está em 41,59 pontos, permanecendo em zona neutra, mas abaixo da linha central do indicador e ainda sem sinal de sobrevenda.

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Dólar futuro (WDOV26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo negativo e permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. A configuração mantém o viés baixista nesse intervalo, embora a recuperação observada no fim do pregão possa favorecer uma tentativa de reação.
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Para retomar o movimento de alta, o contrato precisará superar inicialmente a região de 5.149/5.180 pontos. A confirmação de força compradora dependerá ainda do rompimento de 5.202,5 pontos. Acima desse conjunto de resistências, o ativo poderá buscar 5.224/5.257,5 pontos, seguido por 5.277 pontos e pelo alvo mais longo em 5.307 pontos.
Caso a pressão vendedora prevaleça, acompanho inicialmente a perda dos suportes em 5.113,5/5.093,5 pontos. O rompimento de 5.065 pontos poderá intensificar o movimento de baixa e levar o contrato em direção a 5.050/4.998 pontos, com alvos mais longos em 4.967/4.946 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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