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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (09/09) em alta de 0,26%, aos 5.127,5 pontos. O dólar à vista avançou 0,44%, a R$ 5,114, em uma recomposição após as perdas recentes. No exterior, a escalada dos confrontos entre Estados Unidos e Irã levou o petróleo Brent acima de US$ 100, elevou os rendimentos dos Treasuries e fortaleceu a moeda norte-americana frente a divisas emergentes. No Brasil, a crise no STF, o cenário eleitoral e o fluxo cambial negativo de US$ 6,693 bilhões permaneceram no radar. A matéria não detalha o desempenho do Ibovespa na sessão.
Para os traders de minidólar, as atenções estarão voltadas ao petróleo, aos juros norte-americanos e aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. Internamente, o noticiário eleitoral e institucional poderá ampliar a volatilidade, enquanto o mercado avalia se a recomposição após a forte queda recente do dólar terá continuidade ou perderá força.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo positivo, mas perdeu força durante o movimento de baixa registrado no fim do pregão. Com isso, o contrato terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, condição que reduz a consistência da recuperação e exige confirmação por meio de novos rompimentos.
Para prolongar a alta, considero necessária a entrada de volume comprador suficiente para superar a resistência em 5.137,5/5.151. Acima dessa faixa, o minidólar poderá buscar 5.161,5/5.171 e, em um movimento mais amplo, testar a região de 5.199/5.224.
No sentido contrário, a retomada do fluxo vendedor dependerá da perda do suporte em 5.124/5.108. Caso esse intervalo seja rompido, a queda poderá ganhar força em direção a 5.097,5/5.082, deixando como objetivo mais longo a região de 5.065,5/5.052.
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No gráfico diário, verifico que o minidólar avançou na última sessão, mas continua abaixo das médias móveis. Dessa forma, ainda interpreto a alta como uma tentativa de recuperação dentro de uma estrutura fragilizada, com possibilidade de retomada da pressão vendedora.
Para confirmar a continuidade do movimento positivo, o contrato precisará superar a região formada pelas médias e pelas resistências em 5.202,5/5.235,5. O rompimento dessa faixa poderá abrir espaço para um avanço até 5.277/5.342.
Para retomar o fluxo de baixa, acompanho o suporte em 5.097,5/5.052. A perda desse intervalo poderá levar o ativo inicialmente até 4.980/4.946. O IFR de 14 períodos está em 40,30, ainda em zona neutra e sem indicar sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOV26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo positivo e terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra uma disputa mais equilibrada e mantém o contrato em uma região de definição para os próximos movimentos.
Para dar sequência à alta, o ativo deverá superar inicialmente a resistência em 5.139,5/5.171. Acima desse intervalo, a recuperação ganhará maior consistência com o rompimento de 5.194,5, abrindo caminho para 5.224/5.257,5. Caso o fluxo comprador seja intensificado, os objetivos seguintes estarão em 5.277 e, no movimento mais longo, em 5.307.
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Para retomar a trajetória de baixa, acompanho o suporte em 5.097,5/5.065. Se essa faixa for perdida, o fluxo vendedor poderá ganhar força em direção a 5.050/4.998, com alvos mais longos situados em 4.967/4.946.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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