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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (25/08) em queda de 0,22%, aos 5.154 pontos. O dólar à vista caiu 0,23%, a R$ 5,1414. O movimento acompanhou a melhora do ambiente externo, com queda de 3% do petróleo, Brent abaixo de US$ 90 e recuo dos rendimentos dos Treasuries. O mercado também repercutiu relatos de uma proposta dos Estados Unidos ao Irã para suspender sanções em troca da reabertura do Estreito de Ormuz, ainda sem confirmação de Washington.
Para os traders de minidólar, o foco estará nas negociações entre Estados Unidos e Irã e no comportamento do petróleo e dos juros norte-americanos. No Brasil, a queda da confiança do consumidor para o menor nível desde novembro de 2022 reforça os sinais de desaceleração do consumo, enquanto o adiamento da divulgação da arrecadação federal retira uma referência da agenda doméstica.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão em queda, retomando o fluxo negativo. O contrato permanece dentro de um canal de baixa, mas apresentou uma movimentação mais lateral no último pregão e terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra maior equilíbrio no curtíssimo prazo, embora o viés vendedor ainda exige atenção.
Para prolongar a queda nesta quarta-feira, considero necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.146,5/5.142,5 pontos. Abaixo dessa faixa, o fluxo de baixa poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.122,5/5.087 pontos. Em um movimento mais prolongado, o próximo objetivo estará na região de 5.071/5.054 pontos.
Em sentido contrário, uma retomada da alta dependerá da entrada de volume comprador e do rompimento da resistência em 5.161/5.173 pontos. Acima desse intervalo, o minidólar poderá avançar em direção a 5.194,5/5.214,5 pontos. Caso o movimento comprador ganhe consistência, o alvo mais longo estará na faixa de 5.239/5.250 pontos.
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No gráfico diário, observo que o minidólar voltou a recuar na última sessão e permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Na minha avaliação, essa configuração mantém o cenário técnico pressionado e preserva o risco de continuidade da baixa.
Para retomar o movimento de alta, o contrato precisará superar inicialmente a região de 5.239/5.268,5/5.303,5 pontos. Acima desses níveis, o fluxo comprador poderá ganhar força e abrir espaço para um avanço em direção a 5.377,5/5.490 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento vendedor dependerá da perda dos suportes em 5.142,5/5.087 pontos. Abaixo dessa região, a pressão de baixa poderá ser intensificada e levar o contrato à faixa de 5.016/4.946 pontos. O IFR (14) está em 46,50 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOU26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou a última sessão com fluxo negativo e permanece entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra equilíbrio entre compradores e vendedores e deixa a definição do próximo movimento condicionada ao rompimento das regiões técnicas mais próximas.
Para retomar a alta, será necessária a entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 5.173/5.194,5 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá buscar 5.214,5/5.239 pontos. Caso os rompimentos sejam acompanhados por maior força compradora, os próximos objetivos estarão em 5.268,5 pontos e, no cenário mais longo, em 5.295 pontos.
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Para dar continuidade ao movimento de baixa, acompanho a perda do suporte em 5.142,5/5.108,5 pontos. Abaixo dessa região, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.087/5.029 pontos. Em uma queda mais prolongada, os próximos objetivos estarão em 5.016/4.988 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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