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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (24/08) em alta de 0,30%, aos 5.165,5 pontos. Já o dólar à vista subiu 0,23%, a R$ 5,1534. O movimento acompanhou o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior, com alta dos juros globais de longo prazo e menor apetite ao risco diante das possíveis sanções dos Estados Unidos contra o Irã.
Para os traders de minidólar, o comportamento dos Treasuries, as tensões no Oriente Médio e as expectativas para o discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole permanecerão no radar. No Brasil, a disputa eleitoral mais acirrada, as preocupações fiscais e as projeções do Boletim Focus poderão aumentar a volatilidade do câmbio.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão em alta, retomando o fluxo positivo e terminando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Apesar da reação, o contrato permanece dentro de um canal de baixa, configuração que exige cautela e confirmação antes de uma recuperação mais consistente.
Para prolongar o movimento de alta nesta terça-feira, considero necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.171/5.194,5 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar em direção a 5.214,5/5.239 pontos. Caso o fluxo comprador ganhe intensidade, o alvo mais longo estará na região de 5.250/5.268,5 pontos.
Em sentido contrário, uma retomada da baixa dependerá da entrada de volume vendedor e da perda do suporte em 5.155,5/5.148 pontos. Abaixo desse intervalo, a pressão vendedora poderá ganhar força e conduzir o minidólar a 5.142,5/5.122,5 pontos. Em uma queda mais prolongada, o próximo objetivo estará na faixa de 5.087/5.071 pontos.
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No gráfico diário, observo que o minidólar voltou a subir na última sessão, mas permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Na minha avaliação, essa configuração mantém o cenário técnico pressionado, apesar da tentativa de recuperação observada no pregão anterior.
Para dar continuidade ao movimento de alta, o contrato precisará superar inicialmente a região de 5.239/5.268,5/5.303,5 pontos. Acima desses níveis, o fluxo comprador poderá ganhar força e abrir espaço para um avanço em direção a 5.377,5/5.490 pontos.
Por outro lado, uma retomada do fluxo vendedor dependerá da perda dos suportes em 5.142,5/5.087 pontos. Abaixo dessa região, a pressão de baixa poderá ser intensificada e levar o contrato à faixa de 5.016/4.946 pontos. O IFR (14) está em 48,23 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOU26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou a última sessão com fluxo positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração favorece os compradores no curto prazo, mas a continuidade do movimento ainda depende do rompimento das resistências mais próximas.
Para prolongar a alta, será necessária a entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 5.171/5.194,5 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá buscar 5.214,5/5.239 pontos. Caso os rompimentos sejam acompanhados por maior força compradora, os próximos objetivos estarão em 5.268,5 pontos e, no cenário mais longo, em 5.295 pontos.
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Para retomar o movimento de baixa, acompanho a perda do suporte em 5.142,5/5.108,5 pontos. Abaixo dessa região, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.087/5.029 pontos. Em uma queda mais prolongada, os próximos objetivos estarão em 5.016/4.988 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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