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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (18/08) em alta de 0,15%, aos 5.230 pontos. O dólar à vista avançou 0,44%, a R$ 5,2229, em um ambiente de aversão ao risco provocado pelas novas tensões no Oriente Médio e pela cautela antes da ata do Federal Reserve. No exterior, porém, a moeda ficou próxima da estabilidade diante dos principais pares, com o DXY em leve alta de 0,02%. No Brasil, esse cenário aumentou a pressão sobre o real e manteve os ativos domésticos, incluindo a Bolsa, sob cautela.
Para os traders de minidólar, o foco nesta quarta-feira estará na ata do Fed, que poderá trazer sinais sobre os próximos passos dos juros norte-americanos. Os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e o comportamento do petróleo também seguirão no radar, podendo alterar o apetite ao risco e a direção do câmbio.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão em alta, retomando o fluxo positivo. Apesar do ganho no acumulado do dia, o contrato apresentou um movimento de baixa ao longo do pregão e terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra perda de força no curtíssimo prazo e indica que a continuidade da alta ainda precisa ser confirmada.
Para prolongar o movimento positivo nesta quarta-feira, considero necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.239/5.243 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar em direção a 5.268,5/5.295 pontos. Caso o fluxo comprador ganhe intensidade, o alvo mais longo estará na região de 5.303,5/5.325,5 pontos.
Em sentido contrário, uma retomada da baixa dependerá da entrada de volume vendedor e da perda do suporte em 5.209,5/5.198,5 pontos. Abaixo desse intervalo, a pressão vendedora poderá ganhar força e conduzir o minidólar a 5.192/5.180,5 pontos. Em uma queda mais prolongada, o próximo objetivo estará na faixa de 5.159/5.145 pontos.
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No gráfico diário, observo que o minidólar retomou o fluxo de alta na última sessão e permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Na minha avaliação, essa configuração preserva a possibilidade de novos avanços, embora o contrato ainda precise superar resistências importantes para ampliar o movimento positivo.
Para dar continuidade à alta, acompanho inicialmente o rompimento da região de 5.268,5/5.303,5 pontos. A superação dessa faixa poderá abrir espaço para um avanço em direção a 5.377,5/5.490 pontos.
Por outro lado, uma retomada do fluxo vendedor dependerá da perda da região formada pelas médias e pelos suportes em 5.197/5.156 pontos. Abaixo desse intervalo, a pressão de baixa poderá ganhar intensidade e levar o contrato à faixa de 5.087/5.016 pontos. O IFR (14) está em 59,67 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOU26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou a última sessão com fluxo positivo e permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém os compradores em vantagem no curto prazo, mas a continuidade da alta dependerá do rompimento das resistências seguintes.
Para prolongar o movimento comprador, o contrato precisará superar a região de 5.239/5.268,5/5.295 pontos. Acima dessa faixa, a próxima resistência estará em 5.303,5/5.351 pontos. Caso os rompimentos sejam acompanhados por maior força compradora, o minidólar poderá buscar 5.378 pontos.
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Para retomar o movimento de baixa, acompanho a perda do suporte em 5.198,5/5.180,5 pontos. Abaixo dessa região, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.159/5.145 pontos. Em uma queda mais prolongada, os próximos objetivos estarão em 5.122,5/5.102,5/5.087 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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