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O dólar futuro (WDOU25) fechou em queda de 0,96%, aos 5.437,5 pontos, acompanhando a desvalorização global da moeda após o discurso de Jerome Powell em Jackson Hole, na sexta (22), que reforçou a chance de corte de juros pelo Fed em setembro. A probabilidade subiu para 87%, segundo o CME FedWatch.
No Brasil, o cenário interno ficou em segundo plano, mas segue o alerta com o impasse comercial com os EUA e a decisão do STF que elevou incertezas para o setor bancário.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No curto prazo, o minidólar manteve o fluxo vendedor, fechando abaixo das médias de 9 e 21 períodos.
Para retomar a alta, será essencial a superação da resistência em 5.441/5.446, que abriria espaço para 5.458,5/5.473 e, em extensão, 5.481/5.495 pontos.
Do lado oposto, caso haja perda do suporte em 5.435,5/5.422,5, o fluxo vendedor pode se intensificar em direção a 5.412/5.404 e posteriormente 5.397/5.388 pontos.
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Na leitura do diário, a última sessão reforçou a tendência de baixa, mantendo o ativo abaixo das médias de 9 e 21 períodos. O minidólar recentemente renovou a mínima de 2025, em 5.404 pontos, e uma quebra abaixo desse nível tende a acelerar as vendas em direção à 5.397/5.375 pontos.
Para reverter a tendência, seria necessária a superação da região de 5.488,5/5.525, o que liberaria espaço para resistências mais altas em 5.573/5.669,5 pontos. O IFR (14) está em 39,86, em zona neutra, mas próximo de sobrevenda.

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Dólar futuro (WDOU25): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o ativo também fechou em baixa, sustentando negociações abaixo das médias móveis curtas.
Para retomar o fôlego comprador, será necessário romper a faixa de 5.441/5.459, mirando resistências em 5.473/5.495 e, mais adiante, em 5.510/5.525 pontos.
Por outro lado, caso os vendedores mantenham o controle e o suporte em 5.422,5/5.404 seja perdido, novas quedas podem levar o ativo a 5.397/5.375 e, em extensão, 5.367/5.351 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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