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Os contratos de minidólar (WDOQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (30/07) em queda de 1,04%, aos 5.067,5 pontos. O dólar à vista caiu acompanhando o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior após o Federal Reserve manter os juros. O mercado também repercutiu o núcleo do PCE, que avançou 0,1% em junho e 3,3% em 12 meses, além do crescimento anualizado de 1,5% do PIB dos Estados Unidos.
No Brasil, a taxa de desemprego ficou em 5,4%, em linha com as projeções. Na B3, o dólar futuro de agosto recuava 1,07%, aos 5.066 pontos. Para os traders de minidólar, a reação aos dados norte-americanos e às expectativas para os próximos passos do Fed permanece como o principal fator para a direção e a volatilidade do câmbio.
Nesta sexta-feira (31), os contratos de minidólar WDOQ26, com vencimento em agosto, terão seu último dia de negociação. Com a rolagem, o WDOU26, que vence em setembro, passa a ser a principal referência do mercado.
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Análise do gráfico de 15 minutos
Com base no gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo de baixa e entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. A forte queda mantém a pressão vendedora em evidência, mas o posicionamento entre as médias exige atenção aos próximos movimentos para confirmar se o contrato terá força para prolongar o recuo.
Para dar continuidade à baixa nesta sexta-feira, considero necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.062/5.058 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar as vendas e levar o contrato à região de 5.036/5.019 pontos. Em um movimento mais prolongado, o próximo objetivo estará em 4.994/4.981 pontos.
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Em sentido contrário, uma reação compradora dependerá do rompimento da resistência em 5.070/5.077,5 pontos. Acima desse intervalo, o minidólar poderá avançar em direção a 5.091,5/5.109 pontos. Se o fluxo comprador ganhar consistência, o alvo mais longo estará na faixa de 5.123,5/5.140 pontos.
No gráfico diário, observo que o minidólar formou uma forte barra de baixa e acumulou a segunda queda consecutiva. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos e inserido em uma tendência de baixa, configuração que mantém aberta a possibilidade de continuidade do movimento vendedor.
Para buscar uma recuperação mais consistente, o ativo precisará superar inicialmente a região formada pelas médias e pela resistência em 5.151/5.218,5 pontos. O rompimento desse intervalo poderá abrir caminho para uma alta em direção a 5.268,5/5.340 pontos.
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Por outro lado, a perda do suporte em 5.058/4.981 pontos reforçaria o cenário negativo e poderia levar o contrato à região de 4.912/4.876 pontos. O IFR (14) está em 39,31 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.

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Dólar futuro (WDOQ26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou a última sessão com fluxo negativo e terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o viés vendedor, embora o contrato ainda precise romper os suportes mais próximos para confirmar a continuidade da queda.
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Para retomar o movimento de alta, será necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.078,5/5.109 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá buscar 5.140/5.151 pontos. Caso o rompimento ganhe força, os próximos objetivos estarão em 5.165,5 pontos e, no cenário mais longo, em 5.196 pontos.
Para prolongar a baixa, acompanho a perda do suporte em 5.058/5.036 pontos. Abaixo dessa região, o fluxo vendedor poderá ser intensificado e conduzir o minidólar a 4.981/4.954 pontos, seguido do alvo mais distante em 4.928/4.912 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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