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O minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (27/02) em queda de 0,20%, aos 5.170,5 pontos, retomando o fluxo negativo no curto prazo. O dólar encerrou próximo da estabilidade, após sessão volátil marcada pela formação da Ptax de fim de mês. A moeda superou R$ 5,17 pela manhã, mas perdeu força após a definição da taxa pelo Banco Central e também acompanhou a leve fraqueza do dólar no exterior. No Brasil, o IPCA-15 subiu 0,84% em fevereiro, acima do esperado, pressionando os juros futuros e reduzindo apostas de corte mais intenso da Selic.
Para os traders de dólar, a última sessão foi dominada por movimentos técnicos concentrados nas janelas da Ptax, com forte oscilação intradiária e posterior acomodação. O pano de fundo combina inflação acima das projeções, ajuste na curva de juros e dólar externo mais fraco — elementos centrais para a análise do mini dólar no próximo pregão.
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Day Trade hoje (02): o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar
Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, observo que o minidólar fechou em baixa, negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando retomada do controle pelos vendedores.
Para que o ativo ensaie recuperação, será necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.174,5/5.186 pontos. Se esse rompimento se confirmar, o contrato pode buscar 5.199,5/5.215, com extensão até 5.223,5/5.233 pontos.
Por outro lado, a perda do suporte em 5.162/5.155 pontos tende a intensificar o fluxo vendedor. Abaixo dessa faixa, o mercado pode acelerar em direção a 5.147/5.133, com alvo mais longo na região de 5.120/5.112 pontos. Essas zonas devem balizar o comportamento do preço ao longo do pregão.
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No gráfico diário, o minidólar permanece abaixo das médias móveis, mantendo a estrutura de tendência de baixa. Para que haja mudança de cenário, o ativo precisa superar 5.215/5.240,5 pontos, abrindo espaço para 5.276,5/5.310 pontos.
Em sentido oposto, a quebra do suporte em 5.157/5.110 pontos pode levar o contrato a testar 5.072/5.023,5 pontos. O IFR (14) está em 28,73, já em região de sobrevenda, o que aumenta a probabilidade de repiques técnicos, embora ainda sem sinal claro de reversão estrutural.

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Dólar futuro (WDOJ26): Gráfico de 60 minutos
Nos 60 minutos, o minidólar segue abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando o viés negativo no curto prazo.
Para que o ativo tente inverter o movimento, será necessário superar a resistência em 5.186/5.215 pontos. Caso isso ocorra, o contrato pode buscar 5.233/5.250, com projeções mais longas em 5.288 e 5.310 pontos.
Se o fluxo vendedor continuar predominando, a atenção permanece no suporte em 5.155/5.112 pontos. A perda consistente dessa região pode intensificar o movimento corretivo, direcionando o contrato para 5.072/5.053, com alvos mais longos em 5.023/5.000 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
Guias de análise técnica:
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- IFR: O que é o índice de força relativa?
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