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Os contratos de mini-índice (WINZ26), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (16/10) em alta de 0,87%, aos 210.800 pontos. Os contratos de mini-índice deverão refletir a tentativa de recuperação do Ibovespa, que avançou 0,54%, aos 205.430,33 pontos, após três quedas consecutivas, mas acumulou baixa de 1,74% na semana. O recuo dos juros futuros e a alta de 0,30% do IBC-Br ajudaram o mercado doméstico, enquanto Wall Street caiu com a produção industrial norte-americana acima do esperado, a disparada do petróleo e as perdas das ações de tecnologia. Na B3, Petrobras (PETR3; PETR4), petroleiras, frigoríficos e varejistas sustentaram o índice, enquanto Vale (VALE3) e bancos limitaram a recuperação.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na movimentação das campanhas na última semana antes do segundo turno. Sem indicadores relevantes na agenda doméstica, o desempenho do petróleo e de Petrobras, além da reação de bancos, Vale e varejistas, deverá ajudar a definir a direção do contrato. O comportamento de Wall Street e das ações de tecnologia também poderá indicar se o Ibovespa futuro prolonga a recuperação ou retoma a correção.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, vejo o WINZ26 encerrar a última sessão no campo positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém o viés comprador para o início do pregão, embora a confirmação de novas altas dependa do rompimento das resistências mais próximas.
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Para que o mini-índice dê continuidade ao movimento de alta, será necessária a entrada de fluxo comprador capaz de superar a faixa de 210.800/211.210 pontos. Se o rompimento ocorrer com volume, o contrato poderá avançar em direção a 211.750/212.315 pontos. O objetivo mais longo desse cenário está em 213.025/213.885 pontos.
No cenário contrário, acompanho a região de 209.960/209.620 pontos como principal suporte de curto prazo. A perda dessa faixa pode intensificar a pressão vendedora e levar o índice até 208.980/208.215 pontos. Se a correção ganhar força, o alvo mais distante ficará em 207.720/207.235 pontos.
No gráfico diário, observo que o mini-índice voltou a fechar em alta e permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. A estrutura segue positiva e pode favorecer a retomada do movimento comprador, embora o afastamento em relação às médias exija cautela diante da possibilidade de realização de lucros.
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Para ampliar o fluxo de alta, o contrato precisará superar a região de 212.720/215.685 pontos. Acima dessa faixa, projeto como próximos objetivos 218.825/221.400 pontos.
Para uma reversão do movimento, acompanho a perda dos suportes em 207.235/204.770 pontos. Um rompimento consistente dessa região poderá aprofundar a correção em direção a 198.215/192.730 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 69,19, próximo da zona de sobrecompra. O indicador reforça a força recente dos compradores, mas também recomenda atenção a eventuais movimentos de correção. Isoladamente, porém, essa leitura não representa um sinal de reversão.
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WINZ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, vejo o mini-índice encerrar a sessão em alta e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. A configuração mantém o viés positivo, mas o próximo movimento dependerá da reação do contrato nas regiões técnicas mais próximas.
Para dar sequência ao fluxo comprador, o WINZ26 precisará superar, com volume, a faixa de 211.750/214.510 pontos. Confirmado o rompimento, os próximos objetivos estarão em 215.685/216.720 pontos e, em um movimento mais amplo, em 218.825/220.935 pontos.
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Na ponta vendedora, acompanho os suportes em 209.255/207.235/204.770 pontos. A perda dessa região poderá aumentar a pressão de baixa e abrir caminho para 203.540/201.620 pontos. Se o movimento corretivo se intensificar, os alvos mais longos estarão em 199.950/196.656 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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