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O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão (25/11) em alta de 0,26%, aos 157.300 pontos. Já o Ibovespa voltou a subir, avançando 0,41%, acompanhando o otimismo de Wall Street, onde os índices fecharam em alta com maior chance de corte de juros pelo Fed em dezembro. A melhora veio após dados mais fracos do varejo e um PPI dentro do esperado, reforçando a leitura de um mercado de trabalho mais fraco e de inflação sob controle nos EUA. O dólar recuou 0,35% e os juros futuros caíram, refletindo um ambiente externo mais favorável.
No Brasil, o foco esteve nas falas do presidente do BC, Galípolo, e de diretores sobre inflação, meta e futuro da Selic. Na Bolsa, bancos e Vale (VALE3) sustentaram a alta, enquanto Petrobras (PETR4) recuou com o petróleo. Varejo ganhou força na expectativa da Black Friday. Para os traders do mini-índice, o dia marcou retomada moderada do fluxo comprador, com o mercado reagindo ao exterior, mas ainda atento a uma semana cheia de dados americanos e ao IPCA-15, que pode influenciar o sentimento local.
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Análise do gráfico de 15 minutos
Nos 15 minutos, observo que o mini-índice fechou acima das médias de 9 e 21 períodos, reforçando o movimento de recuperação iniciado no pregão anterior. Para confirmação da continuidade da alta, o mercado precisa superar a resistência em 157.555/157.870. Se esse rompimento se consolidar, os próximos objetivos passam para 158.100/158.440, com alvo estendido em 158.750/159.160.
Do lado vendedor, a pressão retorna caso o índice perca o suporte em 157.030/156.875. Abaixo dessa faixa, o fluxo tende a buscar 156.460/156.065, podendo se intensificar até 155.845/155.375.
No diário, o mini-índice encerrou a última sessão com alta, preservando a estrutura de tendência altista e negociando acima das médias móveis. O movimento ganha força se o ativo superar a máxima recente em 157.760 pontos, abrindo caminho para objetivos mais amplos em 160.605/161.930.
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Caso o fluxo vendedor volte, a atenção recai sobre a região de 155.930/155.025. A perda dessa faixa leva o contrato a mirar suportes mais baixos, inicialmente em 154.500/153.250. O IFR (14) marca 63,83, em zona neutra.

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WINZ25: Gráfico de 60 minutos
Nos 60 minutos, o mini-índice também se mantém acima das médias de 9 e 21 períodos, sustentando o cenário de possível continuidade da alta.
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Para confirmar essa retomada, o ativo precisa romper a resistência em 157.760/157.870. Acima dela, os próximos alvos são 158.750/156.660 e, à frente, 160.295/160.605.
Pelo lado vendedor, a reversão ganha força somente se perder o suporte em 157.000/156.380, abrindo espaço para testes em 155.845/155.025 e, adiante, 154.500/153.250.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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