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O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão (21/11) em queda de 0,34%, aos 156.440 pontos. Já o Ibovespa recuou 0,39%, aos 154.770 pontos, em um pregão de baixa liquidez e marcado por correção após o rali recente. Mesmo com as bolsas nos EUA em alta — impulsionadas por comentários de dirigentes do Fed sugerindo chance maior de corte de juros — o mercado brasileiro caminhou na contramão, pressionado pelo feriado prolongado, cautela e realização de lucros. O dólar avançou 1,18%, a R$ 5,401, enquanto os juros futuros oscilaram de forma mista.
Para os traders de mini-índice, o dia foi de volatilidade contida e forte sensibilidade ao cenário externo, ainda sem dados importantes como payroll e inflação nos EUA, atrasados pelo shutdown. Internamente, o movimento foi influenciado pela correção do Ibovespa, com Vale subindo levemente, Petrobras caindo com o petróleo e bancos em desempenho misto. A próxima semana ganha destaque com IPCA-15, Caged e PNAD, que devem trazer direção mais clara ao mercado.
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Análise do gráfico de 15 minutos
A última sessão terminou em baixa, mas o movimento intraday mostrou esforço comprador, suficiente para recolocar o ativo acima das médias de 9 e 21 períodos nesse tempo gráfico. Mesmo assim, sigo observando que o índice ainda precisa confirmar força para retomar o fluxo positivo.
Para continuidade da alta no curtíssimo prazo, será necessário romper a resistência em 156.465/156.690. Se isso ocorrer, os próximos pontos a serem buscados passam a ser 157.260/157.380, com alvo mais distante em 157.870/158.100.
Já para manter a trajetória de baixa, o gatilho segue na perda do suporte em 156.185/155.845. Um rompimento dessa faixa fortalece o fluxo vendedor rumo a 155.355/155.025, podendo se estender até 154.900/154.500.
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No diário, o mini-índice segue dentro da tendência de alta, mas o curto prazo já desenvolve uma correção mais estruturada. Agora o ativo opera entre as médias de 9 e 21 períodos, enquanto o IFR (14) marca 60,72, permanecendo em região neutra.
Para retomar o fluxo de alta, o índice precisará romper a região de 156.690/158.440, abrindo espaço para objetivos em 160.605/161.930. Pelo lado vendedor, a perda de 155.025/154.500 destravaria movimentos em direção a 153.250/151.750.

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WINZ25: Gráfico de 60 minutos
Nos 60 minutos, o WINZ25 também encerrou a sessão em baixa, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos.
Para retomada do fluxo comprador, observo a necessidade de rompimento da resistência em 156.690/157.380. Superada essa faixa, os próximos alvos são 157.870/158.750 e, na sequência, 159.660/160.295.
Para continuidade da pressão vendedora, o índice precisa perder o suporte em 155.845/155.025, abrindo caminho para 154.500/153.250, com projeção final em 152.480/151.750.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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