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O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão (19/11) em baixa de 0,78%, aos 156.880 pontos. Já o Ibovespa caiu pelo terceiro pregão seguido, recuando 0,73% em um dia marcado por forte cautela, com investidores evitando exposição diante do balanço da Nvidia e da divulgação do payroll nos EUA. Lá fora, os índices americanos avançaram levemente após a ata do Fed reforçar incertezas sobre juros, mantendo o apetite por risco limitado.
No Brasil, o sentimento também foi pressionado pela liquidação do Banco Master, que voltou a derrubar os grandes bancos e pesou sobre o índice, enquanto Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) recuaram com minério e petróleo oscilando. Para os traders de mini-índice, o pregão foi de menor direção e maior aversão ao risco, com o mercado aguardando os dados americanos que podem ditar a volatilidade na volta do feriado.
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Análise do gráfico de 15 minutos
O fechamento da última sessão ocorreu com nova pressão vendedora, mas acompanhado pela formação de um martelo com longa sombra inferior — um padrão que pode sugerir tentativa de reversão no curtíssimo prazo. Apesar disso, o índice segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos.
Para que o fluxo comprador volte a ganhar tração, será necessário romper a resistência em 157.000/157.380. Se essa faixa for superada, os próximos alvos passam a ser 157.900/158.360 e, em extensão, 158.750/159.275.
Pelo lado vendedor, o gatilho está na perda do suporte em 156.765/156.260. Um rompimento dessa região tende a fortalecer o movimento de baixa em direção a 155.845/155.565, com alvo mais longo em 155.185/154.900.
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No diário, o mini-índice ainda se mantém dentro de uma tendência de alta, mas o curto prazo mostra um movimento corretivo mais estruturado. O ativo agora opera entre as médias de 9 e 21 períodos, enquanto o IFR (14) marca 63,23, em zona neutra.
Para retomar o fluxo de alta no diário, será necessário romper a região de 158.440/160.605, abrindo caminho para os alvos de 161.930/163.135. Já para dar continuidade à correção, a atenção está na perda de 156.260/154.500, faixa que, se rompida, libera movimento para 153.250/151.750.

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WINZ25: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, a leitura segue negativa: o ativo fechou novamente abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando a predominância vendedora no curtíssimo prazo.
Para confirmar a continuidade da baixa, observo o suporte em 156.260/154.500; caso seja perdido, o ativo pode buscar 153.250/152.480, com projeção final em 151.750/149.815.
Para revertermos a leitura, será necessário romper a resistência em 157.775/158.750. Superada essa região, os alvos seguintes ficam em 159.660/160.295 e 160.605/161.650.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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