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Mini-índice (WINZ25): risco elevado por tensão bancária e dados dos EUA

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (19 de novembro)

Rodrigo Paz

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O mini-índice (WINZ25) fechou a última sessão (18/11) em baixa de 0,44%, aos 158.095 pontos. Já Ibovespa recuou 0,30%, pressionado por um ambiente externo mais negativo e pela forte queda das ações dos bancos após a liquidação do Banco Master, que elevou o risco no setor financeiro e afetou o sentimento local. Lá fora, os índices americanos fecharam novamente no vermelho, com novas vendas em tecnologia, enquanto o mercado aguarda o balanço da Nvidia e a retomada dos indicadores econômicos — incluindo encomendas à indústria e pedidos de seguro-desemprego — após o fim do shutdown nos EUA.

Para os traders do mini-índice (WINZ25), o pregão refletiu maior cautela, com o índice pesando pela fraqueza dos bancos e pelo humor externo mais avesso ao risco. Petrobras (PETR4) subiu com o petróleo, enquanto Vale (VALE3) recuou levemente e varejistas ficaram no positivo. A semana segue marcada pelas expectativas sobre o payroll e o balanço da Nvidia, que tendem a manter a volatilidade elevada — especialmente com o feriado reduzindo a janela de reação do mercado local.

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Análise do gráfico de 15 minutos 

A última sessão encerrou com baixa, deixando o mini-índice oscilando exatamente entre as médias de 9 e 21 períodos — um sinal claro de perda momentânea de direção. Para que o ativo retome o fluxo comprador, será necessário romper a resistência em 158.440/158.750; superando essa faixa, os próximos alvos ficam em 159.150/159.660, com projeção mais longa em 160.020/160.295.

Pelo lado vendedor, o gatilho imediato está na perda do suporte em 158.000/157.780. Se esse nível for rompido, o movimento pode se intensificar em direção a 157.500/157.120, com alvo amplo em 156.670/156.350.

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No gráfico diário, o mini-índice segue inserido em tendência de alta, embora apresente um comportamento mais lateral no curto prazo. Ainda trabalha acima das médias de 9 e 21 períodos, porém com IFR (14) em 70,70, indicando sobrecompra — e, portanto, risco maior de movimentos corretivos.

Para que o fluxo comprador volte a ganhar força no diário, é preciso romper a região de 158.750/160.605, abrindo alvo para 161.930/163.135. Para que a baixa se intensifique, observo como faixa crítica 157.120/156.670, cuja perda pode levar o preço até 154.500/153.250.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WINZ25: Gráfico de 60 minutos

Nos 60 minutos, o mini-índice também fechou com baixa, mantendo-se abaixo das médias de 9 e 21 períodos — o que reforça a leitura de fraqueza no curtíssimo prazo. 

Para a continuidade do movimento vendedor, o suporte chave está em 157.780/157.120; perdendo essa região, o índice pode buscar 156.670/154.500, com projeções ainda mais amplas em 153.250/152.480.

Para retomar o fluxo comprador, será necessário romper a resistência em 158.750/159.660. Se houver superação consistente dessa faixa, os próximos alvos passam a ser 160.295/160.605 e depois 161.650/161.930.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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