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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (25/09) em baixa de 0,15%, aos 184.700 pontos. Os contratos de mini-índice deverão refletir um ambiente de maior cautela após o Ibovespa recuar 0,27%, aos 183.476,86 pontos, na terceira queda consecutiva. O índice acumulou baixa de 0,95% na semana, a segunda negativa em sequência, pressionado principalmente pela queda de 2,58% da Petrobras (PETR3; PETR4), apesar dos avanços de Vale (VALE3), bancos e B3 (B3SA3). No exterior, Wall Street e a maioria das bolsas europeias subiram com a queda do petróleo e as notícias de retomada das conversas entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, o IPCA-15 acima do esperado e o cenário eleitoral permaneceram no radar, enquanto os juros futuros recuaram por toda a curva.
Para os traders de mini-índice, o desempenho de Petrobras diante do petróleo será decisivo para medir a possibilidade de reação, enquanto bancos, Vale e B3 poderão oferecer sustentação ao contrato. A leitura do mercado sobre o IPCA-15, a trajetória dos juros futuros e as negociações entre Estados Unidos e Irã também deverão orientar os negócios. Com apenas cinco pregões antes das eleições e o Datafolha mantendo a disputa presidencial acirrada, a volatilidade deverá continuar elevada.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão no campo negativo, mas terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Depois da volatilidade registrada na abertura, o contrato passou a oscilar de maneira mais lateral, sem confirmar uma recuperação consistente.
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Para dar continuidade ao movimento de baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor e o rompimento do suporte em 184.415/183.515 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão e levar o contrato até 182.710/181.970 pontos. Em uma correção mais prolongada, o próximo objetivo está localizado em 181.265/180.215 pontos.
Para retomar o fluxo comprador, o mini-índice deverá superar a resistência em 184.865/185.355 pontos. Caso esse rompimento seja confirmado, o contrato poderá avançar em direção a 185.765/186.545 pontos. O alvo mais longo desse cenário está na região de 187.245/187.580 pontos.
No gráfico diário, vejo que o mini-índice voltou a fechar em baixa e deu sequência ao fluxo negativo. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que mantém o cenário técnico mais favorável à continuidade da correção.
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Para que o movimento vendedor ganhe força, será necessário romper inicialmente o suporte em 183.125 pontos. A perda da faixa de 183.125/176.100 pontos poderá abrir espaço para uma queda mais ampla, com os próximos suportes localizados em 167.975/165.280 pontos.
No cenário de recuperação, o mini-índice precisará retomar as médias móveis e superar as resistências em 187.310/191.930/192.115 pontos. Acima dessa região, identifico potencial para um avanço em direção a 195.030/199.500 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 50,79 pontos, em território neutro e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em baixa, abaixo da média móvel de 200 períodos e entre as médias de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o contrato em uma região de indefinição, apesar da pressão vendedora observada nos períodos mais amplos.
Para retomar o movimento de alta, será necessária a entrada de volume comprador e a superação da resistência em 185.355/187.245 pontos. Acima dessa faixa, o mini-índice poderá avançar até 189.355/190.140 pontos. Em um movimento mais amplo, os próximos objetivos estão localizados em 191.060/191.930 pontos.
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Pelo lado vendedor, acompanho o suporte em 184.415/183.515 pontos. A perda dessa região poderá intensificar a pressão de baixa e levar o contrato até 181.970/178.610 pontos. Em uma correção mais extensa, os alvos seguintes estão situados em 176.100/173.875 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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