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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (24/09) em baixa de 0,93%, aos 184.980 pontos. O Ibovespa recuou 0,99%, aos 183.965,91 pontos, na segunda queda consecutiva. No exterior, Wall Street terminou sem direção única, pressionada pela alta dos Treasuries, pela expectativa de novo aumento dos juros nos Estados Unidos e pelo petróleo Brent acima de US$ 100. No Brasil, os juros futuros avançaram, o Banco Central reduziu as projeções de crescimento do PIB e a confiança do consumidor atingiu o menor nível em quase quatro anos. Vale, Petrobras e a maioria dos grandes bancos ampliaram a pressão sobre o índice.
Para os traders de mini-índice, o foco estará no IPCA-15 de setembro, com projeção de alta de 0,53% no mês e 4,30% em 12 meses, e na repercussão da nova pesquisa Datafolha. A reação da curva de juros aos dados de inflação, somada ao comportamento dos Treasuries e do petróleo, deverá orientar o contrato. O desempenho de Vale, Petrobras e bancos será decisivo para indicar se o Ibovespa futuro prolonga a correção ou encontra espaço para recuperação.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão no campo negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o viés vendedor no curto prazo e abre espaço para a continuidade da queda, especialmente se os primeiros suportes forem rompidos com volume.
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Para seguir em baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor e o rompimento do suporte em 184.835/184.465 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão e levar o contrato até 183.670/182.710 pontos. Em uma correção mais prolongada, o próximo objetivo está localizado em 181.970/181.265 pontos.
Para retomar o fluxo comprador, o mini-índice deverá superar a resistência em 185.320/185.765 pontos. Caso esse rompimento seja confirmado, o contrato poderá avançar em direção a 186.645/187.260 pontos. O alvo mais longo desse cenário está na região de 187.580/187.980 pontos.
No gráfico diário, vejo que o mini-índice voltou a fechar em baixa e deu sequência ao fluxo negativo. Com esse movimento, o contrato passou a negociar abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que amplia o risco de continuidade da correção.
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Para que o movimento vendedor ganhe força, será necessário romper inicialmente o suporte em 184.465 pontos. A confirmação abaixo da faixa de 184.465/183.670 pontos poderá abrir espaço para uma queda mais ampla, com os próximos objetivos localizados em 176.100/167.975 pontos.
No cenário de recuperação, o mini-índice precisará retomar a região das médias e superar as resistências em 187.300/191.930/192.115 pontos. Acima dessa faixa, identifico potencial para um avanço em direção a 195.030/199.500 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 51,58 pontos, em território neutro e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão em baixa e abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração reforça a predominância vendedora e exige cautela com uma possível continuidade do movimento corretivo.
Para retomar a alta, será necessária a entrada de volume comprador e a superação da resistência em 186.235/187.245 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar até 189.355/190.140 pontos. Em um movimento mais amplo, os próximos objetivos estão localizados em 191.060/191.930 pontos.
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Pelo lado vendedor, acompanho inicialmente a região de suporte em 184.725/184.465 pontos. A perda de 184.725 pontos poderá intensificar a pressão de baixa e levar o mini-índice até 184.465/183.670 pontos. Em uma correção mais extensa, os alvos seguintes estão situados em 181.970/178.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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