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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (21/08) em forte alta de 1,78%, aos 174.035 pontos. O Ibovespa avançou 1,85%, aos 171.031,73 pontos, e acumulou alta de 2,45% na semana, apoiado pelo desempenho positivo de Wall Street e pela conversa entre os presidentes Lula e Donald Trump. No Brasil, a queda dos juros futuros e do dólar também favoreceu a Bolsa. Bancos, B3 (B3SA3), varejistas e Vale (VALE3) lideraram os ganhos, embora a saída de investidores estrangeiros e as incertezas fiscais e eleitorais permaneçam no radar.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na continuidade do fluxo comprador nos bancos e demais ações de maior peso, além do comportamento do capital estrangeiro e das negociações entre Brasil e Estados Unidos. Ao longo da semana, IPCA-15, PIB dos EUA e dados de emprego no Brasil poderão determinar se o contrato sustenta a recuperação ou devolve parte do avanço recente.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento deixa os compradores em vantagem no curto prazo, mas a continuidade da alta dependerá do rompimento das resistências mais próximas.
Para prolongar o fluxo comprador, considero necessária a superação da resistência em 174.420/175.010 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato poderá avançar em direção a 175.735/176.380 pontos. Em uma extensão do movimento positivo, o alvo mais longo estará em 177.265/177.570 pontos.
No sentido contrário, a retomada da baixa dependerá da entrada de fluxo vendedor suficiente para romper o suporte em 173.625/172.310 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a correção e abrir caminho para 171.025/170.230 pontos. Caso a pressão negativa ganhe força, o alvo seguinte estará em 169.310/169.170 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão em alta e voltou a ganhar força compradora. Apesar da reação, o contrato ainda negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que exige cautela e confirmação do movimento nas próximas sessões.
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Para dar continuidade à alta, o mini-índice precisará superar a resistência em 176.070/184.425 pontos. Acima dessa região, o objetivo inicial estará em 185.660/187.700 pontos.
Já a retomada da baixa dependerá do rompimento do suporte em 167.975/165.250 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o contrato poderá buscar 158.715/154.000 pontos. O IFR de 14 períodos está em 45,87 pontos.

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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em alta e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração reforça o avanço da força compradora, embora o contrato ainda precise superar as resistências seguintes para prolongar o movimento.
Para dar continuidade à alta, será necessária a entrada de volume suficiente para romper a resistência em 175.010/176.380 pontos. Acima dessa faixa, o mini-índice poderá avançar em direção a 177.265/180.170 pontos. Em uma extensão do movimento altista, os objetivos seguintes estarão em 182.095/184.425 pontos.
Por outro lado, a retomada do fluxo de baixa dependerá do rompimento do suporte em 173.600/170.230 pontos e, posteriormente, do nível de 168.555 pontos. Caso essas regiões sejam perdidas, o contrato poderá recuar em direção a 167.975/166.115 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 165.280/163.845 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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