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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (20/08) em leve queda de 0,03%, aos 170.990 pontos. O Ibovespa avançou 0,06%, aos 167.927,15 pontos, sustentando a segunda alta consecutiva, mas perdeu força diante do ambiente externo adverso. Wall Street recuou com a retomada da alta dos rendimentos dos Treasuries e as preocupações fiscais nos Estados Unidos, enquanto as tensões com o Irã impulsionaram o petróleo. No Brasil, os juros futuros subiram e os bancos pressionaram o índice, mas as valorizações de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4) garantiram o resultado positivo.
Para os traders de mini-índice, os PMIs serão as principais referências da agenda desta sexta-feira. O comportamento dos juros norte-americanos, do petróleo e das bolsas internacionais também deverá orientar o mercado, enquanto o desempenho das ações de commodities e dos grandes bancos poderá definir se o contrato prolonga a recuperação ou volta a sofrer pressão.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com leve movimento negativo, mas acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém aberta a possibilidade de recuperação, embora ainda seja necessário superar as resistências mais próximas para confirmar a entrada de força compradora.
Para dar continuidade à baixa, considero necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o suporte em 170.205/169.520 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão sobre o contrato e abrir caminho para 169.170/168.555 pontos. Em uma extensão do movimento negativo, o alvo mais longo estará em 167.975/167.720 pontos.
No sentido contrário, a retomada da alta dependerá da superação da resistência em 171.020/172.315 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 172.770/173.530 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 173.700/175.190 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão praticamente estável e formou um spinning top, candle que reflete volatilidade e equilíbrio na disputa entre compradores e vendedores. Essa formação indica indefinição e exige confirmação dos próximos movimentos.
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O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém o cenário técnico cauteloso. Para retomar o fluxo de alta, precisará superar a resistência em 173.530/176.430 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial estará em 184.425/186.045 pontos.
Já a continuidade da baixa dependerá do rompimento do suporte em 167.975/165.250 pontos. Caso essa região seja perdida, o mini-índice poderá buscar 158.715/154.000 pontos. O IFR de 14 períodos está em 36,10 pontos, ainda em região neutra, mas próximo da zona de sobrevenda.

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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com leve queda e entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o cenário indefinido e aumenta a importância do rompimento das regiões técnicas mais próximas para determinar a direção do próximo movimento.
Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para superar as resistências em 172.230 pontos, 173.530 pontos e 176.380 pontos. Acima dessas referências, o contrato poderá avançar em direção a 177.265/180.170 pontos. Em uma extensão do movimento altista, os próximos objetivos estarão em 182.095/184.425 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa dependerá do rompimento do suporte em 170.070/168.555 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o mini-índice poderá recuar em direção a 167.975/166.115 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 165.280/163.845 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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