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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (11/09) em baixa de 0,92%, aos 188.720 pontos. O Ibovespa recuou 0,56%, aos 187.206,89 pontos, mas acumulou alta de 1,11% na semana, a quarta consecutiva. O índice se descolou do avanço de Wall Street e das bolsas europeias, pressionado pelas incertezas envolvendo o STF e o caso Master. A deflação de 0,32% do IPCA não sustentou o mercado, enquanto os juros futuros subiram. Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e varejistas recuaram, ao passo que os bancos terminaram sem direção única.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na repercussão da retirada dos sigilos do caso Master e nos possíveis efeitos sobre o cenário eleitoral. As expectativas para a decisão de juros do Federal Reserve, o comportamento do petróleo e da curva doméstica, além do desempenho de bancos, Petrobras e Vale, deverão indicar se a correção continua ou se o contrato retoma o fluxo positivo observado nas últimas semanas.
Análise do gráfico de 15 minutos
Na minha leitura do gráfico de 15 minutos, o mini-índice encerrou a última sessão no campo negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. A configuração evidencia a presença do fluxo vendedor e deixa espaço para uma possível continuidade da correção no curtíssimo prazo.
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Para prolongar o movimento de baixa, será necessária a perda do suporte de 188.320/187.500 pontos. Um rompimento acompanhado por pressão vendedora poderá levar o contrato até 186.620/185.520 pontos. Em uma correção mais intensa, o alvo seguinte estará em 183.670/182.710 pontos.
No sentido contrário, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da resistência de 189.160/189.950 pontos. Acima dessa faixa, o mini-índice poderá buscar 190.580/191.060 pontos. Se o avanço ganhar maior intensidade, o alvo mais longo estará em 191.930/192.190 pontos.
No gráfico diário, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em baixa e ampliou o movimento corretivo. Apesar disso, o contrato continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo uma estrutura técnica predominantemente positiva.
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Uma eventual confirmação de pullback e retomada da alta dependerá da superação da resistência de 191.930/192.115 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 195.030/199.500 pontos.
Para aprofundar a correção, o WINV26 precisará romper a região formada pelas médias móveis e pelos suportes de 186.820/183.670 pontos. A perda dessa faixa poderá abrir caminho para uma queda em direção a 176.100/167.975 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 67,34 pontos, próximo da zona de sobrecompra. O indicador ainda reflete a força acumulada durante as altas anteriores, mas também recomenda atenção a novos movimentos de realização. Por enquanto, a correção não invalida a tendência principal.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, vejo que o mini-índice encerrou a sessão em baixa e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração reforça a pressão vendedora no curto prazo e aumenta a importância das próximas regiões de suporte.
Para retomar o fluxo comprador, o contrato precisa superar a região de resistência formada por 189.310/191.060/191.930 pontos, preferencialmente com aumento de volume. Acima dessa faixa, os próximos objetivos estarão em 192.495/195.030 pontos e, posteriormente, em 195.915/198.500 pontos.
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Para dar continuidade à queda, acompanho a região de suporte de 188.380/187.195/185.520 pontos. A perda dessa faixa poderá levar o mini-índice até 183.670/181.970 pontos. Em um movimento vendedor mais amplo, o alvo mais longo estará em 178.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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