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Os contratos de mini-índice (WINV25), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (22/9) em baixa de 0,39%, aos 146.245 pontos. A pressão veio das novas sanções dos EUA ao Brasil, em meio à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto o dólar avançou 0,33%, a R$ 5,338, e os juros futuros subiram na curva.
Para os traders de mini-índice, o pregão foi volátil: bancos recuaram, com Itaú (ITUB4 -1,44%) e Banco do Brasil (BBAS3 -0,51%), mas a alta de Vale (VALE3 +0,14%), Petrobras (PETR4 +1,00%) e Embraer (EMBR3 +4,63%) limitou as perdas. Já Cosan (CSAN3 -19,07%) despencou após anunciar oferta de R$ 10 bilhões.
O foco agora se volta para a Ata do Copom, discursos de Powell e a abertura da Assembleia da ONU com Lula e Trump.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, o viés segue vendedor. Para confirmar a continuidade da correção, será necessário romper o suporte em 146.120/145.715 pontos, o que abriria espaço para 145.295/145.050 pontos e, em extensão, 144.670/144.300 pontos.
Do lado comprador, a retomada da alta só ocorre acima da resistência em 146.370/146.525 pontos, mirando 146.785/147.075 pontos e, depois, 147.470/147.680 pontos.
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No gráfico diário, apesar da queda, o contrato segue acima das médias, mantendo a tendência principal positiva. Para que volte a ganhar tração compradora, precisará superar a região de 146.775/147.895 pontos, mirando alvos em 148.965/149.910 pontos.
Já a perda de 145.240/145.050 pontos pode abrir caminho para uma correção mais forte até 142.945/141.550 pontos. O IFR (14) fechou em 62,90 pontos, em região neutra.

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WINV25: Gráfico de 60 minutos
Na leitura de 60 minutos, o mini-índice manteve o sinal de fraqueza, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos.
O fluxo vendedor deve se intensificar caso o ativo rompa 146.120/145.240 pontos, com espaço para buscar 144.670/143.755 pontos e, em projeções mais longas, 143.330/142.955 pontos.
Pelo lado da alta, a recuperação só será confirmada com rompimento de 146.600/147.470 pontos, o que abriria espaço para 147.925/148.160 pontos e, posteriormente, 148.965/149.910 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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