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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (24/07) em forte queda de 1,87%, aos 174.700 pontos. O Ibovespa caiu 1,52%, aos 174.041,95 pontos, encerrando na mínima do dia, pressionado pelas novas tarifas dos Estados Unidos. Apesar da forte baixa, o índice acumulou alta de 0,19% na semana. No exterior, as bolsas fecharam sem direção única, em meio às tensões comerciais e à continuidade da guerra no Oriente Médio.
Para os traders de mini-índice, o fechamento na mínima e as quedas de Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e dos grandes bancos reforçam a pressão vendedora. A baixa dos juros futuros trouxe algum alívio, enquanto a decisão do Federal Reserve, na quarta-feira, entra no radar como potencial gatilho de volatilidade.
Análise do gráfico de 15 minutos
Pelo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém a pressão vendedora no curto prazo.
Para que a queda tenha continuidade, considero necessária a entrada de novo fluxo vendedor capaz de romper o suporte em 174.245/173.500 pontos. A perda dessa região pode intensificar o movimento e levar o contrato em direção a 172.830/172.430 pontos. Em uma extensão da baixa, o alvo mais longo está em 172.000/171.400 pontos.
Por outro lado, uma recuperação dependerá da entrada de força compradora para superar a resistência em 175.240/175.495 pontos. Se esse rompimento ocorrer, o mini-índice poderá avançar até 176.135/176.585 pontos, com objetivo mais longo em 177.400/178.075 pontos.
No gráfico diário, observo que o mini-índice formou uma forte barra negativa e encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O movimento amplia a cautela para os próximos pregões, quando será possível avaliar se o contrato encontrará força para reagir ou dará continuidade ao fluxo vendedor.
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Para retomar a alta, o ativo precisará superar a região de resistência formada por 175.940/179.220/180.670 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial passa a ser 183.925/186.520 pontos.
Já para prolongar a queda, será necessário perder o suporte em 173.500/172.000 pontos. O rompimento dessa região pode abrir caminho para 170.210/169.090 pontos. O IFR de 14 períodos está em 46,17, ainda em região neutra.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a última sessão em movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração mantém o viés de curto prazo pressionado e torna as regiões mais próximas decisivas para a definição do próximo movimento.
Para que o contrato retome o fluxo comprador, considero necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 175.910/176.585 pontos. Acima dessa faixa, o ativo poderá avançar em direção a 178.075/179.220 pontos e, posteriormente, à resistência em 180.670/181.515 pontos.
No sentido contrário, a continuidade do fluxo vendedor dependerá do rompimento do suporte em 174.245/173.500 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o mini-índice poderá buscar 172.430/172.000 pontos, enquanto os alvos mais longos estarão em 171.400/170.730 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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