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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (22/06) em alta de 1,07%, aos 173.490 pontos, ampliando o movimento de recuperação iniciado nas últimas sessões. Para os traders de mini-índice, a sessão foi marcada pelo avanço nas negociações entre EUA e Irã, que trouxe alívio ao cenário geopolítico e ajudou a sustentar o apetite por risco. Apesar disso, as bolsas americanas encerraram sem direção única, pressionadas pelo desempenho das empresas de tecnologia, enquanto a queda do petróleo para abaixo dos US$ 80 por barril contribuiu para reduzir parte das preocupações com a inflação global.
No Brasil, o Ibovespa avançou com apoio dos grandes bancos, Petrobras (PETR3; PETR4) e ações ligadas ao consumo, mesmo com a manutenção das preocupações em torno da inflação e dos próximos passos da política monetária. Para os traders, as atenções se voltam para a ata do Copom e para os PMIs globais, indicadores que podem influenciar o fluxo dos investidores e aumentar a volatilidade do mercado.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão em alta e voltou a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando melhora do fluxo comprador no curtíssimo prazo.
Para que esse movimento tenha continuidade, será importante superar a resistência em 173.890/174.555 pontos. Caso haja entrada de volume comprador e rompimento dessa faixa, vejo espaço para avanço em direção a 175.000/175.330 pontos, com objetivo mais longo em 175.855/176.220 pontos.
Por outro lado, uma retomada do fluxo vendedor dependerá da perda do suporte em 173.270/172.890 pontos. Abaixo dessa região, o índice poderá buscar 172.625/172.165 pontos, tendo como alvo mais amplo a faixa de 171.235/170.730 pontos.
No gráfico diário, apesar da alta recente, sigo observando uma estrutura predominantemente baixista. O mini-índice negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que exige atenção para verificar se haverá força suficiente para sustentar a recuperação.
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O IFR (14) está em 38,95 pontos, ainda próximo da região de sobrevenda. Depois do movimento mais intenso de queda das últimas semanas, esse indicador pode favorecer a continuidade do repique comprador, embora a tendência principal siga apontando para baixo.
Para uma melhora mais consistente do cenário, será necessário superar a faixa de 173.890/175.330 pontos, abrindo espaço para avanços em direção a 177.920/179.820 pontos. Pelo lado negativo, a perda de 170.210/168.430 pontos recolocaria pressão sobre os preços, com suportes mais longos em 164.880/161.960 pontos.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a sessão em alta e voltou a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, configuração que pode favorecer a continuidade da recuperação no curtíssimo prazo.
Para que o movimento comprador siga ganhando força, será necessário superar a região de resistência em 173.890/175.330 pontos. Se houver rompimento acompanhado por volume, os próximos objetivos estarão em 177.400/179.340 pontos, com alvo mais longo em 181.515/183.215 pontos.
Por outro lado, caso o fluxo vendedor retorne, será importante monitorar a faixa de suporte em 172.890/170.730 pontos. A perda desse patamar poderá abrir espaço para quedas em direção a 170.210/169.570 pontos, com objetivos mais longos em 169.095/168.430 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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