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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (07/07) com queda de 0,52%, aos 173.600 pontos, registrando o segundo pregão consecutivo de baixa. No cenário externo, o aumento das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar os mercados após os Estados Unidos revogarem a autorização para a venda de petróleo iraniano. A alta do petróleo e a queda das ações de tecnologia levaram as bolsas americanas a recuarem, reforçando um ambiente de maior aversão ao risco.
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em baixa, pressionado principalmente pelas ações da Vale (VALE3), enquanto a alta da Petrobras (PETR3; PETR4), acompanhando o avanço do petróleo, amenizou parte das perdas do índice. Para os traders de mini-índice, o foco segue no cenário geopolítico, no comportamento das commodities e no desempenho das bolsas internacionais, fatores que continuam influenciando a direção e a volatilidade do mercado.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice manteve a pressão vendedora e encerrou a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando que o fluxo de baixa segue predominando no curto prazo.
Para que esse movimento tenha continuidade, será necessária a perda da faixa de 173.465/173.025 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo espaço para intensificação das vendas em direção a 172.615/172.050 pontos, com alvo mais longo na região de 171.400/170.840 pontos.
Por outro lado, uma reação compradora dependerá da superação da resistência em 173.950/174.345 pontos. Se esse rompimento ocorrer, o índice poderá avançar até 174.900/175.795 pontos, tendo como objetivo seguinte a região de 176.510/176.910 pontos.
No gráfico diário, continuo observando uma estrutura predominantemente baixista. O índice voltou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando o enfraquecimento da recuperação observada anteriormente e mantendo o viés vendedor.
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Para que o mercado volte a ganhar força compradora, considero importante o rompimento da resistência em 177.205 pontos, abrindo espaço para buscar 177.920/179.920 pontos.
No cenário oposto, a perda da faixa de 173.025/172.050 pontos poderá acelerar a tendência de baixa, com projeções para 170.210/168.430 pontos. O IFR (14) está em 42,09 pontos, em região neutra.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também permanece pressionado e fechou a última sessão abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que reforça a predominância da tendência de baixa no curto prazo.
Para que o fluxo vendedor ganhe ainda mais força, acompanho a perda da faixa de 173.465/172.050 pontos. Se esse suporte for rompido, o índice poderá buscar 170.730/170.210 pontos, com alvos mais longos em 169.565/169.095 pontos.
Por outro lado, uma recuperação dependerá da superação da resistência em 174.345/175.130 pontos. Caso haja rompimento acompanhado por aumento de volume, o índice poderá avançar para 175.795/177.205 pontos, tendo como objetivo seguinte a região de 177.400/179.340 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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