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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (30/06) com queda de 0,66%, aos 174.590 pontos, ampliando o movimento corretivo iniciado no pregão anterior. No cenário externo, as bolsas americanas encerraram o trimestre em alta, impulsionadas pela recuperação das ações de tecnologia e pela redução das tensões no Oriente Médio, enquanto a queda do petróleo ajudou a sustentar o apetite por risco.
No Brasil, o Ibovespa recuou pressionado por Petrobras (PETR3; PETR4), Vale (VALE3) e grandes bancos. O mercado também repercutiu o Caged, que mostrou desaceleração na criação de empregos e reforçou as expectativas para a trajetória da Selic. Para os traders de mini-índice, a atenção segue voltada aos indicadores econômicos e ao fluxo dos investidores, fatores que devem influenciar a volatilidade do mercado.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice segue em correção e permanece negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, configuração que mantém o viés negativo para o curtíssimo prazo.
Caso o fluxo vendedor continue predominando, a perda do suporte em 174.540/173.825 pontos poderá acelerar as quedas em direção a 173.320/173.025 pontos. Abaixo dessa faixa, vejo espaço para testes em 172.615/172.210 pontos.
Por outro lado, uma retomada da recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador suficiente para romper a resistência em 175.000/175.445 pontos. Se isso ocorrer, o índice poderá buscar 176.140/176.410 pontos, com objetivo mais longo na região de 176.680/177.205 pontos.
No gráfico diário, apesar da sequência recente de quedas, sigo observando que o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém aberta a possibilidade de uma nova tentativa de recuperação.
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Para que esse cenário ganhe força, será necessário superar a resistência em 177.205 pontos, abrindo espaço para buscar 177.920/179.920 pontos.
Em contrapartida, a perda da faixa de 173.025/172.210 pontos reforçará a retomada da pressão vendedora, com projeções para 170.210/168.430 pontos. O IFR (14) está em 43,53 pontos, em região neutra, indicando que ainda há espaço tanto para uma retomada da recuperação quanto para continuidade do movimento corretivo.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a sessão em baixa e passou a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Além disso, destaco que o ativo rompeu o suporte do canal de alta que vinha sustentando a recuperação recente, tornando a média móvel de 200 períodos o principal suporte dinâmico neste momento.
Para que os compradores retomem o controle, será necessário superar a resistência em 175.445/176.410 pontos. Acima dessa faixa, vejo potencial para avanço até 177.205/177.400 pontos, com objetivos mais longos em 179.340/181.515 pontos.
Por outro lado, se perder o suporte em 174.000/173.025 pontos, o índice poderá ampliar o movimento de baixa em direção a 172.210/170.730 pontos. Em um cenário de maior pressão vendedora, os próximos alvos passam a ser 170.210/169.560 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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