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Mini-índice (WINM26): reação técnica ou novas quedas? Veja a análise

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (29 de maio)

Rodrigo Paz

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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (28/05) com queda de 0,70%, aos 175.550 pontos, registrando o terceiro pregão consecutivo de baixa. O mini-índice acompanha um ambiente de cautela nos mercados, com investidores monitorando os desdobramentos das negociações entre EUA e Irã e uma agenda econômica intensa nos Estados Unidos. Apesar das incertezas, as bolsas americanas encerraram o dia majoritariamente em alta, enquanto o petróleo fechou sem direção única.

No Brasil, o Ibovespa registrou a terceira queda consecutiva, pressionado principalmente por bancos e Petrobras (PETR3; PETR4). Dados econômicos mostraram mercado de trabalho resiliente e resultado fiscal acima do esperado. Para o trader de mini-índice, o foco segue nos indicadores econômicos, no cenário geopolítico e no comportamento dos mercados globais, fatores que continuam sustentando a volatilidade no curto prazo.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a sessão mantendo o viés negativo e negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a continuidade da pressão vendedora no curtíssimo prazo.

Para que o movimento de baixa ganhe força, será necessário romper a faixa de suporte em 175.450/175.200. Caso isso ocorra, vejo espaço para avanço das vendas em direção a 174.800/174.195. Em um cenário de maior pressão, o alvo mais longo passa a ser a região de 173.730/173.160.

Por outro lado, uma recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador suficiente para superar a resistência em 175.935/176.470. Acima dessa faixa, o índice poderá buscar 176.630/177.250, com projeção mais longa em 177.710/177.990.

No gráfico diário, continuo observando um cenário predominantemente baixista. O índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura de queda e demonstrando dificuldade para construir uma recuperação mais consistente.

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O IFR (14) está em 31,95, próximo da região de sobrevenda. Esse fator pode favorecer repiques técnicos ou movimentos de recuperação pontuais, mas, por enquanto, não altera a tendência principal.

Para uma mudança mais relevante no cenário, será necessário superar a região das médias e as resistências em 177.990/180.385/184.090, abrindo espaço para buscar 188.255/192.600. Pelo lado negativo, a perda de 175.200/173.800 pode acelerar o movimento vendedor em direção a 171.780/170.470.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WINM26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão com movimento negativo, mas ainda negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o mercado em uma região de definição de tendência.

Para continuidade da pressão vendedora, será importante acompanhar a perda da faixa de suporte em 175.200/174.195. Caso esse patamar seja rompido, o ativo poderá acelerar as quedas em direção a 172.515/171.780, com projeções mais longas em 170.470/169.315.

Por outro lado, uma retomada mais consistente do fluxo comprador dependerá da superação da resistência em 177.250/177.990. Acima dessa região, vejo potencial para avanço até 179.655/180.385, com alvo mais amplo em 181.550/183.185.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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