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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (18/05) com leve alta de 0,06%, aos 179.530 pontos, em um pregão marcado por recuperação após pressão vendedora no início do dia. O último pregão foi marcado pelo aumento da aversão ao risco no Brasil e no exterior. O mercado seguiu pressionado pelas incertezas envolvendo as negociações entre EUA e Irã, enquanto a alta do petróleo voltou a elevar preocupações com inflação e juros globais. Em Wall Street, os índices encerraram mistos, refletindo a cautela dos investidores diante do cenário geopolítico.
No Brasil, o índice foi pressionado principalmente pelas quedas de Vale (VALE3) e dos bancos, enquanto Petrobras (PETR4) limitou perdas mais fortes com a alta do petróleo. O mercado também repercutiu a contração do IBC-Br em março e a perspectiva de juros elevados por mais tempo. Para o trader de mini-índice, o cenário segue de volatilidade elevada, com atenção voltada ao fluxo estrangeiro, ao petróleo e ao ambiente político e fiscal doméstico.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice iniciou a última sessão com fluxo vendedor mais intenso, mas conseguiu recuperar terreno ao longo do pregão e encerrar no positivo. O fechamento acima das médias de 9 e 21 períodos melhora a leitura técnica no curtíssimo prazo.
Para continuidade da recuperação, será necessário romper a resistência em 179.550/180.120. Caso essa faixa seja superada, o índice pode buscar 180.385/180.815, com alvo mais longo em 181.550/182.220.
Por outro lado, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda do suporte em 179.025/178.855. Se isso ocorrer, vejo espaço para recuo até 178.630/177.580, com extensão em 177.165/176.630.
No gráfico diário, observo que o índice segue inserido em tendência de baixa no curto prazo, ainda negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Apesar disso, o candle recente deixou um martelo, padrão gráfico que pode favorecer movimentos de recuperação compradora no curto prazo.
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O IFR (14), em 32,62, segue próximo da região de sobrevenda, enquanto o afastamento das médias e o movimento mais esticado de baixa também reforçam a possibilidade de continuidade do repique técnico. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor.
Para uma recuperação mais consistente, será necessário superar a região de 179.550/184.090, mirando posteriormente 188.255/192.600. Já a perda de 177.165/176.630 pode reacelerar a tendência de baixa, com suportes em 171.780/170.470.

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WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo melhora no curtíssimo prazo, com o mini-índice voltando a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, o que pode favorecer continuidade do movimento de recuperação.
Para manutenção da alta, será necessário superar a resistência em 179.530/180.385. Rompendo essa faixa, o índice pode buscar 181.550/183.185, com projeções mais longas em 184.090/184.965.
Por outro lado, a perda do suporte em 178.745/177.165 pode devolver o ativo ao fluxo vendedor, abrindo espaço para novas quedas em direção a 176.630/175.100. Em um cenário mais negativo, os próximos alvos aparecem em 174.195/172.515.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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