Publicidade
Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (16/04) em queda de 0,47%, aos 200.750 pontos, marcando a segunda baixa consecutiva e reforçando o movimento de correção após as altas recentes. O Ibovespa registrou a segunda queda consecutiva, aos 196.818 pontos, em um movimento de ajuste após a sequência recente de altas, refletindo a cautela do mercado diante das incertezas no Oriente Médio. No exterior, os índices em Wall Street renovaram máximas históricas, mas o cenário segue condicionado às negociações entre EUA e Irã, enquanto o petróleo voltou a subir, aumentando a percepção de risco global.
No Brasil, o índice chegou a ensaiar recuperação intradia, mas perdeu força ao longo da sessão, pressionado por desempenho misto de bancos e queda de VALE3, apesar da alta de Petrobras (PETR3; PETR4). Para o trader de mini-índice, o cenário indica continuidade do movimento corretivo no curto prazo, com aumento da volatilidade e dependência do noticiário externo para definição de direção.
Top Traders InfoMoney lista os 20 principais destaques do trading brasileiro em 2

Bradesco (BBDC4) avança e se aproxima da máxima histórica; veja cenário
Bradesco (BBDC4) se aproxima da máxima histórica após forte sequência de altas e entra em zona decisiva no gráfico.

Day Trade hoje (17): Ibovespa em ajuste; ainda há espaço para alta?
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice segue pressionado após fechar novamente no negativo, mantendo negociações abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que preserva o viés baixista no curtíssimo prazo.
Para continuidade do movimento corretivo, será necessário romper a região de suporte em 200.485/199.800. Perdendo essa faixa, o índice tende a acelerar as perdas em direção a 199.340/198.870, com alvo mais longo em 198.060/197.475.
Por outro lado, para interromper a correção e retomar o fluxo comprador, será fundamental superar a resistência em 201.140/201.655. Acima dessa região, vejo espaço para recuperação até 202.500/202.975, com extensão em 203.420/203.835.
Continua depois da publicidade
No gráfico diário, sigo observando uma tendência principal de alta ainda preservada, apesar das duas sessões consecutivas de queda. O ativo continua acima das médias de 9 e 21 períodos, mas o afastamento acumulado favorece a continuidade de ajustes no curto prazo. Para retomada da alta, será necessário romper a resistência em 203.835 pontos, mirando 204.320/205.785.
Já a perda de 200.485/199.685 pode ampliar o movimento corretivo, com próximos suportes em 198.825/195.660. O IFR (14), em 64,44, perdeu força em relação aos níveis anteriores, mas ainda segue em patamar elevado.

Saiba mais:
Continua depois da publicidade
- Inteligência artificial muda o trading e desafia modelos tradicionais; entenda
- Mentoria no Trading Drill: Scotte mostra método e alunos relatam evolução
- Disciplina, técnica e controle emocional: o que faz um trader ser consistente
WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice mantém a correção iniciada nas últimas sessões, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a perda de momentum no curto prazo.
Para continuidade da baixa, será necessário romper a faixa de suporte em 200.485/199.340. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 197.475/195.660, com alvos mais longos em 194.319/193.575.
Por outro lado, a retomada compradora depende da superação da resistência em 201.600/202.975. Se vencer essa faixa, o índice pode ganhar força para buscar 203.835/204.785, com projeções posteriores em 205.815/206.715.
Continua depois da publicidade

(Rodrigo Paz é analista técnico)
Guias de análise técnica:
- O que é uma linha de tendência na análise gráfica?
- O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de Trade
- IFR: O que é o índice de força relativa?
- Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?
- Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.