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Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (15/04) em queda de 0,46%, aos 201.720 pontos, indicando um movimento de correção após as altas recentes. O Ibovespa interrompeu a sequência de altas e recuou aos 197.737 pontos, refletindo um ambiente mais cauteloso diante das incertezas no cenário global, especialmente em torno das negociações entre EUA e Irã. No exterior, os índices fecharam mistos, com o S&P 500 renovando máximas, enquanto o mercado segue sensível a riscos geopolíticos e à dinâmica do petróleo, além de dados econômicos relevantes.
No Brasil, o movimento foi pressionado por quedas em Petrobras (PETR3; PETR4) e desempenho misto de bancos, em meio a uma inflação mais forte e dados econômicos abaixo do esperado. Para o trader de mini-índice, o cenário indica início de correção no curto prazo, após forte sequência de alta, com aumento da volatilidade diante da agenda de indicadores e do ambiente externo ainda incerto.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com viés negativo, sustentando negociações abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o cenário de pressão vendedora no curto prazo.
Para continuidade do movimento de baixa, será necessário o rompimento da região de suporte em 201.600/201.210. Caso isso ocorra, o fluxo vendedor tende a ganhar intensidade, com alvos em 200.485/199.800, podendo se estender até 199.340/198.870.
Por outro lado, para retomada do fluxo comprador, será fundamental superar a região de resistência em 202.000/202.500. Acima dessa faixa, vejo espaço para recuperação em direção a 202.770/203.415, com alvo mais longo em 203.835/204.320.
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No gráfico diário, sigo observando a tendência principal de alta preservada, apesar do fechamento recente em baixa, que configura um movimento corretivo dentro dessa estrutura. O ativo ainda negocia acima das médias de 9 e 21 períodos, mas com afastamento relevante, o que favorece a continuidade do ajuste. Para retomada da alta, será necessário romper a região de 203.835 pontos, com projeção inicial em 204.320/205.785.
Já a perda de 201.210/199.685 pode intensificar o movimento corretivo, abrindo espaço para quedas até 198.825/195.660. O IFR (14), em 67,18, segue próximo da sobrecompra, reforçando o viés de correção no curto prazo.

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WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também apresenta um movimento corretivo mais claro, com fechamento abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a perda de momentum no curto prazo.
Para continuidade da queda, será necessário romper a região de suporte em 201.210/200.485. Perdendo essa faixa, o ativo tende a buscar 199.340/197.475, com alvos mais longos em 195.660/194.319.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador passa pela superação da resistência em 202.500/203.835. Acima dessa região, o índice pode ganhar força para buscar 204.785/205.815, com projeções mais longas em 206.715/207.485.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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