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Mini-índice (WINM26): veja os pontos-chave para operar nesta quinta (11)

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (11 de junho)

Rodrigo Paz

Ativos mencionados na matéria

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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (10/06) com queda de 0,82%, aos 168.750 pontos, retomando o fluxo vendedor e reforçando a tendência de baixa observada nas últimas semanas. Para o trader de mini-índice, a última sessão foi marcada pela cautela com a inflação dos Estados Unidos e pelas tensões no Oriente Médio. O CPI americano veio dentro do esperado, mas seguiu elevado, enquanto a falta de avanços nas negociações entre EUA e Irã manteve o petróleo em alta e pressionou os mercados globais.

No Brasil, o Ibovespa voltou a recuar, pressionado principalmente por Vale (VALE3) e parte do setor financeiro. As discussões sobre novas tarifas dos EUA e o cenário de juros elevados também seguiram no radar. Para os traders, o foco permanece na política monetária americana, no cenário geopolítico e no fluxo estrangeiro, fatores que seguem sustentando a volatilidade dos mercados.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com nova queda e permanece negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando que o controle segue nas mãos dos vendedores.

Para que a pressão baixista continue predominando, será importante acompanhar a região de 168.650/168.390 pontos. A perda desse suporte poderá acelerar o movimento vendedor, abrindo espaço para testes em 167.980/167.620 pontos. Caso essa faixa também seja rompida, os próximos objetivos passam a ser 167.180/166.840 pontos.

Por outro lado, se houver entrada de fluxo comprador, o mercado precisará superar a resistência em 168.900/169.195 pontos. Acima dessa região, vejo potencial para avanço até 169.540/169.900 pontos, com alvo mais amplo em 170.480/171.200 pontos.

No gráfico diário, sigo observando uma estrutura claramente baixista. O mini-índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo a configuração negativa para o curto prazo.

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Apesar desse cenário, o IFR (14) recuou para 28,48 pontos, entrando em região de sobrevenda. Historicamente, esse comportamento costuma aumentar a probabilidade de repiques técnicos, especialmente após movimentos de queda mais intensos e esticados.

Ainda assim, considero que qualquer recuperação, neste momento, tem caráter corretivo enquanto o ativo permanecer abaixo das resistências mais relevantes. Para uma melhora mais consistente do cenário, será necessário superar a faixa entre 171.675 e 175.300 pontos, o que abriria espaço para avanços em direção a 177.990/180.385 pontos

Pelo lado negativo, a perda de 168.390/166.275 pontos poderá reforçar a pressão vendedora, com projeções para 165.170/162.350 pontos.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Saiba mais:

WINM26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o cenário permanece frágil. O mini-índice encerrou a última sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando a continuidade da tendência de baixa também neste horizonte.

Para que o mercado consiga reagir, será necessário superar a faixa de resistência em 169.500/170.480 pontos. Caso esse movimento aconteça com aumento de volume, vejo espaço para continuidade da recuperação em direção a 171.675/173.070 pontos. Em um cenário mais otimista, os próximos objetivos ficam em 174.650/175.855 pontos.

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Por outro lado, a perda do suporte em 168.390/167.620 pontos tende a intensificar novamente o fluxo vendedor. Nesse caso, o mercado poderá buscar as regiões de 166.840/165.810 pontos, com alvos mais longos em 165.170/164.610 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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